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Adeus, flanelinhas? Belo Horizonte aprova lei que multa quem 'cuida' dos carros na rua

Projeto aprovado em primeiro turno prevê multa de R$ 1 mil para quem cobrar pela guarda de veículos ou reservar vagas públicas, com valor dobrado em caso de reincidência

16 set 2026 - 14h17
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Resumo
A Câmara Municipal de Belo Horizonte aprovou em 1º turno o PL 702/2026, que proíbe a atuação de flanelinhas em espaços públicos da capital. De autoria do vereador Sargento Jalyson (PL), a medida veta a cobrança pela guarda de veículos e a demarcação de vagas, prevendo multas de R$ 1 mil a R$ 2 mil para reincidentes. A regra, no entanto, ainda não está em vigor: o texto precisa passar por comissões e ser votado em 2º turno pelo plenário antes de seguir para as etapas finais de aprovação.

A Câmara Municipal de Belo Horizonte aprovou em primeiro turno um projeto de lei que proíbe a atuação de flanelinhas em vias e espaços públicos da capital mineira. A proposta prevê multa de R$ 1 mil para quem descumprir a regra, valor que pode chegar a R$ 2 mil em caso de reincidência.

O Projeto de Lei 702/2026 foi aprovado por 31 votos favoráveis e sete contrários. De autoria do vereador Sargento Jalyson (PL), o texto considera irregular a atuação de pessoas que abordem motoristas para cobrar valores pela guarda ou suposta proteção de veículos estacionados em espaços públicos.

Lei.Fica proibido tabelar preços para 'cuidar' dos carros
Lei.Fica proibido tabelar preços para 'cuidar' dos carros
Foto: Gabriela Biló/Estadão / Estadão

A proposta também proíbe a reserva ou demarcação de vagas públicas para cobrança, além de impedir que a permanência do veículo em determinado local seja condicionada ao pagamento.

Proibição ainda não está valendo

Apesar da aprovação, a atividade ainda não está proibida. O texto passou apenas pela primeira votação e ainda precisa ser analisado pelas comissões antes de retornar ao plenário para a votação em segundo turno.

Caso seja aprovado definitivamente, o projeto ainda dependerá das etapas seguintes para entrar em vigor.

Estadão
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