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"Política promissora, que precisa ser fortalecida", diz Mara Gabrilli sobre o Paradesporto Brasil em Rede

Senadora apresenta relatório sobre o programa que tem dez núcleos e atende 558 pessoas com deficiência. Iniciativa do Ministério do Esporte foi lançada em 2024. Acesse o documento completo.

3 dez 2025 - 12h21
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Foto: Reprodução / TV Senado (3/12/2025). / Estadão

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Foto: Reprodução / TV Senado (3/12/2025). / Estadão

"Estamos diante de uma política promissora, mas que precisa ser fortalecida para chegar a quem mais precisa. Não restam dúvidas de que o esporte é uma das maiores ferramentas de inclusão que uma nação pode oferecer. As outras são educação, cultura e trabalho. Temos a chance de tirar do ciclo de invisibilidade mais de 14 milhões de brasileiros com deficiência. Essas pessoas só precisam de oportunidade. E o esporte é um caminho para alcançar isso", disse nesta quarta-feira, 3, a senadora Mara Gabrilli (PSD-SP) durante apresentação do relatório de avaliação do Programa Paradesporto Brasil em Rede (PPBR), iniciativa do Ministério do Esporte lançada em 2024 para ampliar o acesso de pessoas com deficiência à prática esportiva, à inclusão social e à produção de conhecimento.

A avaliação, solicitada pela parlamentar, foi lida em sessão da Comissão de Esporte do Senado e marca o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência (3/12). O trabalho analisou a implementação do programa em seus 10 núcleos atualmente em funcionamento, que atendem 558 participantes com diferentes tipos de deficiência.

Segundo a equipe da senadora, odocumento reconhece o PPBR como uma política inovadora, estruturada em rede e executada por universidades federais por meio de ações de ensino, pesquisa e extensão.

"O impacto da iniciativa já é visível na formação de profissionais especializados, no avanço da produção científica e na transformação da vida dos beneficiários", destaca Gabrilli.

O relatório mostra entraves que limitam o alcance pleno do programa, como a falta de transporte público acessível, atrasos orçamentários, escassez de materiais esportivos e desigualdades regionais de infraestrutura.

Entre as principais recomendações, propõe ampliar o PPBR para as 27 unidades federativas, garantir financiamento contínuo e articular ações interministeriais para viabilizar transporte adaptado aos participantes. Sugere criar uma diretriz específica no Programa Caminho da Escola para custear transporte acessível, investir em formação continuada para bolsistas, fortalecer a gestão de dados e mapear equipamentos esportivos que possam ser compartilhados entre instituições.

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Documento

AVALIAÇÃO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS - COMISSÃO DE ESPORTE - PROGRAMA PARADESPORTO BRASIL EM REDE (PPBR) DO MINISTÉRIO DO ESPORTE (MEsp)

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Estadão
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