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Polícia prende argentina acusada de injúria racial contra funcionário de bar no Rio

Advogada argentina foi presa após a Justiça decretar sua prisão preventiva por ofensas racistas contra um funcionário de bar em Ipanema

6 fev 2026 - 14h15
(atualizado às 15h13)
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Resumo
A advogada argentina Agostina Páez foi presa no Rio de Janeiro por injúria racial contra um funcionário de bar, após ser flagrada proferindo ofensas racistas e ter a prisão preventiva decretada pela Justiça.
Prisão preventiva foi decretada nesta quinta-feira, 5
Prisão preventiva foi decretada nesta quinta-feira, 5
Foto: Reprodução/Redes sociais

A advogada argentina Agostina Páez, de 29 anos, indiciada por injúria racial, foi presa nesta sexta-feira, 6, por policiais civis da 11ª DP (Rocinha), no Rio de Janeiro. A prisão ocorreu após a Justiça decretar a prisão preventiva da mulher, acusada de proferir ofensas racistas contra um funcionário de um bar em Ipanema, na zona sul da capital fluminense.

Agostina foi localizada em Vargem Pequena, na Zona Sudoeste da cidade. A captura, realizada em cumprimento a mandado de prisão, foi resultado da investigação conduzida pela delegacia, que concluiu o inquérito e formalizou o indiciamento da estrangeira. 

O caso ocorreu no dia 14 de janeiro, quando a vítima procurou a delegacia e relatou ter sido alvo de insultos raciais durante uma discussão relacionada ao pagamento da conta do estabelecimento. Segundo as apurações, a investigada apontou o dedo para o funcionário, utilizou a palavra “negro” de forma pejorativa e passou a imitar gestos de macaco, além de reproduzir sons do animal.

As ações foram registradas em vídeo pela própria vítima e confirmadas pela Polícia Civil após a análise das imagens das câmeras de segurança do local. Agostina prestou depoimento três dias depois do ocorrido, ocasião em que teve o passaporte apreendido.

"Ao longo da apuração, agentes realizaram diligências, ouviram testemunhas e reuniram elementos probatórios que permitiram esclarecer completamente a dinâmica dos fatos", informou a polícia em nota.

Antes de ser presa, Agostina publicou um vídeo nas redes sociais afirmando estar "morta de medo" após ser oficialmente informada sobre a decretação de sua prisão preventiva. Na gravação, ela disse estar emocionalmente abalada com a decisão judicial.

"Neste momento, recebi a notificação de que há uma ordem de prisão preventiva para mim por risco de fuga, sendo que tenho uma tornozeleira eletrônica e estou à disposição da Justiça desde o primeiro dia". Ao final do vídeo, declarou: "Estou desesperada e morta de medo".

"Tenho medo de que fazer este vídeo me prejudique, que meus direitos sejam ainda mais violados", afirmou. Em seguida, completou: "Não posso falar sobre o que aconteceu; só espero que tudo seja esclarecido e resolvido da maneira correta".

Fonte: Portal Terra
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