Carros autônomos já existiam em 1997, mas precisavam de 90 mil ímãs apenas para uma demonstração
A história dos Buicks que liam ímãs embutidos no asfalto
Na última década, as principais montadoras e empresas de tecnologia têm feito avanços significativos na direção autônoma para o transporte privado. Mas a ideia de carros autônomos não é nova: suas origens remontam ao final da década de 1950 com o conceito Pontiac Firebird II, e graças a mentes como a de Ernst Dickmann (um engenheiro que já trabalhava com inteligência artificial ou algo semelhante na década de 1980), ela continuou a evoluir.
Prova disso é que os primeiros carros autônomos usavam ímãs e câmeras de baixa definição para navegação.
Primeiros testes de direção autônoma nos EUA foram questão de importância nacional
Na década de 1990, o governo dos EUA fez um investimento significativo em infraestrutura para testar a tecnologia que ajudou a pavimentar o caminho para os sistemas de assistência ao motorista encontrados nos carros atuais e, incidentalmente, lançou as bases para a direção autônoma, com o objetivo de aumentar a segurança e reduzir o congestionamento do trânsito.
Especificamente, em 1991, o Congresso dos EUA aprovou a Lei de Eficiência do Transporte Intermodal, uma iniciativa de US$ 155 bilhões que financiou rodovias, segurança no transporte e transporte público até 1997.
Parte dessa legislação exigia que o Departamento de Transportes "desenvolvesse um protótipo de rodovia e veículo automatizados" para que "a primeira rodovia totalmente automatizada estivesse operacional até o final de 1997", a fim de solucionar o grave problema do congestionamento do ...
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