Veja autobiografias polêmicas lançadas por estrelas do esporte
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Muitas vezes, as biografias sobre personalidades do esporte são recheadas por polêmicas inéditas reveladas nas publicações, o que garante aumento em suas vendas. Foi assim com Ibrahimovic, que lançou "Eu sou Zlatan Ibrahimovic" nesta semana. Dentre os relatos, o atacante critica Guardiola e o ex-técnico da Suécia, Lars Lagerback, além de falar sobre a briga com Oneywu, então seu companheiro no Milan. Confira no Terra outras autobiografias polêmicas lançadas por esportistas
Foto: AP
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Muitas vezes, as biografias sobre personalidades do esporte são recheadas por polêmicas inéditas reveladas nas publicações, o que garante aumento em suas vendas. Foi assim com Ibrahimovic, que lançou "Eu sou Zlatan Ibrahimovic" nesta semana. Dentre os relatos, o atacante critica Guardiola e o ex-técnico da Suécia, Lars Lagerback, além de falar sobre a briga com Oneywu, então seu companheiro no Milan. Confira no Terra outras autobiografias polêmicas lançadas por esportistasFoto: AP
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Em "Open" (2010), o ex-tenista André Agassi admitiu o uso de metanfetamina em 1997. À época, a ATP detectou a substância em exame antidoping. Mas uma carta justificativa enviada à entidade - "cheia de mentiras, misturadas com meias verdades", segundo ele - foi decisiva para sua absolvição. Após a confissão, Marat Safin, Rafael Nadal e Sergi Bruguera defendiam punições para Agassi, que ainda admitiu ter jogado torneios usando uma peruca e de ter perdido jogos propositalmenteFoto: Getty Images
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Prestes a lançar "Shaq sem censura: minha história", o ex-pivô Shaquille O'Neal declarou que o livro contará passagens em que quase "chegou às vias de fato" com Kobe Bryant, nos tempos de Los Angeles Lakers, e Pat Riley, então técnico do Miami Heat. "Eu empurrei o seu peito (de Riley) com o dedo indicador, e ele respondeu batendo em minha mão. A coisa foi ficando feia, e barulhenta. Ele gritou: 'que se f...', e eu respondi: 'que se f... você'"Foto: Getty Images
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Em sua biografia "Eu Sou o Diego do Povo" (2000), Maradona aborda vários pontos de sua conturbada e vitoriosa carreira. Dentre eles, o primeiro doping por cocaína, em 1991, pelo Napoli, do qual se declarou inocente; a agressão a Batista, na derrota da Argentina para o Brasil por 3 a 1, pela Copa de 1982, que causou sua expulsão, era para ser em Falcão, além de uma oferta do River Plate para contratá-lo em 1976, antes de ir ao Boca, do qual é torcedor e ídoloFoto: Getty Images
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Astro da NBA, LeBron James admitiu, em sua autobiografia "Shooting Stars", lançada em 2009, que fumou maconha quando cursava o primeiro ano do ensino médio. Atitude da qual o jogador do Miami Heat se arrepende, de acordo com seu relato na obra. "Nós estávamos virando grandes cretinos, eu em particular. Nós somos culpados por isso, mas também existiam adultos que ficaram sentados, de costas e cegos, assistindo à nossa autodestruição"Foto: Getty Images
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Mesmo com seu clube o desencorajando a escrever sua autobiografia, o goleiro polonês Arkadiusz "Arek" Onyszko foi adiante. E o conteúdo homofóbico da publicação, onde o arqueiro declara abertamente o ódio aos homossexuais, fez com que o FC Midtjylland, da Dinamarca, rescindisse seu contrato, em 2009.Foto: AP
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Por pouco, o ex-número um do ranking da ATP, Rafael Nadal, não inicia a trajetória vitoriosa no tênis. Em sua biografia "Rafa, minha história", o espanhol relata que uma lesão crônica no osso do pé esquerdo quase fez com que ele trocasse as raquetes de tênis pelos tacos de golfe, esporte que ainda pratica por lazer. Em 2005, ele foi recomendado pelos médicos a deixar o esporte pelo qual se consagraria mais tarde. "O diagnóstico inicial foi como um tiro na cabeça", disseFoto: Getty Images
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Campeão do mundo com a França em 1998, Lilian Thuram afirmou em seu livro biográfico "Minhas Estrelas Negras" que "a Itália é racista". Atuando por 10 anos no futebol italiano (de 1996 até 2006), o ex-jogador de Parma e Juventus foi enfático ao abordar o tema - um velho problema no país - no livro lançada em 2010. "O racismo no futebol italiano é reflexo do racismo presente na sociedade", atacouFoto: Getty Images
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"A sutil diferença" (2011), biografia do capitão da Alemanha Philipp Lahm, critica o ex-jogador Jürgen Klinsmann, 3ºlugar do Mundial de 2006 como técnico da seleção alemã. O lateral alegou que Klinsmann, treinador do Bayern de Munique entre junho de 2008 e abril de 2009, não preparava taticamente o time - no qual ainda atua. "Questões táticas eram tratadas brevemente. Nós, jogadores, tínhamos que nos encontrar independentemente antes dos jogos para resolver como queríamos jogar"Foto: Getty Images
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Após conquistar cinco medalhas nas Olimpíadas de Sydney (2000) e tê-las perdido por admitir doping, em 2007, a velocista americana Marion Jones ficou presa por seis meses. Pouco após deixar a prisão, em 2009, ela lançou "Na Pista Certa", biografia na qual aborda alguns aspectos de seu doping. "Sim, eu usei substâncias para melhorar a performance e não posso voltar atrás nem desfazer isso. O que aconteceu, aconteceu"Foto: Getty Images
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Lançada em 2009, a autobiografia "Eu fiz uma promessa", do zagueiro Nicola Legrottaglie, então na Juventus, tocou em pontos religiosos considerados polêmicos. Na publicação, o atleta se disse contra o uso da camisinha para o combate da Aids, já que defende o casamento com a "mulher certa". Ele também admitiu ter se desesperado ao ser pressionado a se transferir ao Besiktas, da Turquia - país majoritariamente de muçulmanos -, o que não se concretizou devido a "obra de Deus", segundo LegottaglieFoto: Getty Images
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Giuly teria ficado fora dos convocados da França à Copa de 2006 por ter cantado a mulher do então técnico Raymond Domenech por meio de uma mensagem de celular. Mas em sua biografia, lançada em 2007, o meia alega que não sabia do relacionamento entre o treinador e a jornalista Estelle Denis. "Expliquei que não sabia do relacionamento dos dois, e que nada havia acontecido. Ele disse que sabia de tudo e havia lido a mensagem", explicou, dizendo também que Estelle "não fazia o seu tipo"Foto: Getty Images
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Lançada recentemente, "Red" (Vermelho, em inglês) trouxe detalhes polêmicos acerca da carreira de Gary Neville, aposentado recentemente do futebol. Em sua autobiografia, o ex-jogador do Manchester United disse que sua passagem pela seleção inglesa foi uma "grande perda de tempo", criticando os métodos de antigos treinadores como Glenn Hoodle, Kevin Keegan, Sven-Goran Eriksson e Steve McClaren - técnicos da Inglaterra no período de 1996 a 2007, antes da chegada do italiano Fabio CapelloFoto: Getty Images
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Companheiros de seleção francesa por vários anos, a relação entre o meio-campo Samir Nasri e o zagueiro William Gallas nunca mais foi a mesma depois que o compatriota, atualmente no Tottenham, publicou sua autobiografia, pouco tempo após o fiasco da França na Euro 2008. Nela, Gallas afirmou que Nasri era "má influência" no elenco da seleção. Como o mundo do futebol é dinâmico, os dois passaram a ser companheiros de Arsenal, posteriormente. Porém, não trocavam uma palavra entre siFoto: Getty Images
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Lenda da NBA, o pivô Wilt Chamberlain, morto em 1999, também teve sua carreira marcada por diversas polêmicas. Em sua autobiografia, gabava-se do fato de já ter se relacionado sexualmente com 20 mil mulheres.Foto: AP
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Atualmente no Milan, Clarence Seedorf usou sua biografia para atacar seu ex-técnico no Real Madrid, o galês John Toshack, acusado de lucrar com transferências de jogadores em 1999, quando treinou a equipe espanhola. "Apelou ao Real, sobretudo para encher os bolsos. Seu único objetivo era vender jogadores, de maneira que pudesse adquirir substitutos cujas transferências proporcionavam dinheiro para ele". Processado e sem provar as acusações, Seedorf indenizou o galês em R$ 134 milFoto: Getty Images
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