Presidente do Atlético Nacional explica venda de Hinestroza ao Vasco
Dirigente colombiano fala em "maior velocidade" e "detalhes contratuais importantes"
Nome que foi dado como próximo do Boca Juniors, o atacante colombiano Marino Hinestroza deixou o Atlético Nacional. Porém, para assinar com o Vasco em processo que se concluiu no último fim de semana.
Em entrevista para a emissora local 'Win Sports', o presidente da representação de Medellín, Sebastián Arango, falou sobre o tema onde "questões contratuais" teriam influenciado a mudança de rota do jogador.
De acordo com o mandatário do Atlético Nacional, a repercussão de uma suposta dívida do clube para com Hinestroza também foi ponto negativo na avaliação da diretoria colombiana.
"Foi simplesmente uma questão de idas e vindas nas conversas, que acabaram se prolongando devido a desacordos em questões contratuais que eram importantes para nós. Foi um negócio que, na minha opinião, começou muito mal devido a todos os rumores que surgiram na Argentina de que o Nacional devia dinheiro ao jogador. Aqui não se deve absolutamente nada a ninguém. Nós decidimos esclarecer a situação porque o nome do clube ficou manchado", detalhou Arango.
Além do aspecto moral e burocrático, o dirigente do clube da Colômbia também entende que a postura do Vasco na busca pelo atacante se deu "de maneira mais respeitosa" e "com maior velocidade" do que os argentinos:
"O Vasco apareceu com uma velocidade maior e uma oferta que se ajustava muito mais às nossas pretensões. Acabamos fechando com eles de maneira muito satisfatória, muito ágil e muito respeitosa."
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