Boca Juniors, rival do Vasco, tentou Gabigol antes de acerto com o Santos; saiba o que deu errado
Atacante foi oferecido ao clube argentino em janeiro de 2026
Em janeiro de 2026, o Boca Juniors cogitou contratar Gabigol após o atacante ficar negociável no Cruzeiro, impulsionado por um pênalti decisivo perdido na Copa do Brasil. A transferência não avançou porque o custo mensal de R$ 3,45 milhões superava o orçamento do clube argentino. Sem proposta oficial, o jogador foi emprestado ao Santos, em um acordo no qual o time paulista assumiu R$ 1,25 milhão dos vencimentos, enquanto a equipe mineira seguiu responsável pelo pagamento de R$ 2,2 milhões.
O Boca Juniors, rival do Vasco na semifinal da Copa Sul-Americana, cogitou contratar Gabigol em janeiro de 2026. Na época, o atacante estava negociável no Cruzeiro e foi oferecido ao clube argentino, que consultou as condições financeiras para fechar o negócio.
A Agência RTI Esporte apurou que o negócio não avançou devido ao custo mensal de Gabigol, de R$ 3,45 milhões, entre salários e luvas. O valor estava acima da capacidade financeira do Boca Juniors, e as conversas não evoluíram para uma proposta oficial.
O episódio acrescenta um capítulo curioso à trajetória recente do atacante justamente na semana em que o clube argentino mede forças com a equipe cruzmaltina por uma vaga na final da competição continental.
Boca Juniors consultou empresário de Gabigol
A abordagem aconteceu em um momento de indefinição sobre o futuro do atacante no Cruzeiro. Em janeiro, Gabigol estava entre os jogadores negociáveis pelo clube mineiro, cenário que abriu espaço para consultas de outras equipes.
O Boca Juniors conversou com Junior Pedroso, empresário do jogador, para entender os valores envolvidos e avaliar a possibilidade de uma transferência. O contato permitiu aos argentinos dimensionar o compromisso financeiro necessário para contratar o atacante.
As conversas não avançaram por questões financeiras, já que o salário mensal de R$ 3,45 milhões inviabilizou o negócio para o Boca Juniors. Pouco depois, Gabigol recebeu uma proposta do Santos e aceitou defender o clube paulista por empréstimo em 2026.
Pênalti contra o Corinthians marcou passagem pelo Cruzeiro
A saída do atacante também ocorreu após um episódio de grande repercussão esportiva. Em 14 de dezembro de 2025, Gabigol perdeu uma cobrança decisiva na semifinal da Copa do Brasil, contra o Corinthians, na Neo Química Arena.
O centroavante entrou aos 46 minutos do segundo tempo exclusivamente para participar da disputa de pênaltis. Responsável pela quinta cobrança do Cruzeiro, parou no goleiro Hugo Souza. Se convertesse a penalidade, o Cruzeiro teria a oportunidade de confirmar a classificação para a final contra o Vasco.
A defesa de Hugo Souza, seguida pelos erros nas cobranças alternadas, contribuiu para a eliminação da equipe mineira. O episódio gerou grande repercussão em torno do jogador, embora o entrave financeiro tenha sido o fator determinante para impedir o avanço das conversas com o Boca Juniors.
Santos e Cruzeiro dividem salário de Gabigol
O empréstimo ao Alvinegro Praiano não retirou do Cruzeiro o peso financeiro do contrato. O custo mensal total do atacante é de R$ 3,45 milhões, mas os dois clubes dividem a responsabilidade pelos pagamentos.
O custo mensal de Gabigol é de R$ 3,45 milhões, dividido entre Santos e Cruzeiro. O clube paulista paga R$ 1,25 milhão, equivalente a 36,2% do total, enquanto a equipe mineira desembolsa R$ 2,2 milhões, o que representa 63,8% da remuneração.
Na prática, o Santos assume pouco mais de um terço da remuneração, enquanto o Cruzeiro continua responsável pela maior parcela, mesmo com o jogador emprestado. A divisão ajuda a dimensionar o obstáculo encontrado pelo Boca Juniors no começo de 2026.
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