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'Pensamos em Morumbic e Morumbig', diz presidente do São Paulo sobre MorumBis

Júlio Casares revelou outras possibilidades de acerto para naming rights de estádio do clube tricolor antes da Mondelez

18 fev 2024 - 11h20
(atualizado às 12h36)
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O presidente do São Paulo, Júlio Casares, revelou que outras possibilidades para o naming rights do estádio do Morumbi foram pensadas antes do acerto do clube tricolor com a Mondelez. Atualmente, por conta do acordo de três anos com a multinacional de alimentos, o local foi batizado de MorumBis.

Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o dirigente contou que os nomes Morumbic (caneta BIC) e Morumbig (em referência ao supermercado BIG) estiveram no radar da direção do São Paulo. "Pensamos em Morumbic, Morumbig, tudo para negociar o nome sem perder a nossa essência. E fizemos a proposta para a Mondelez", disse.

Júlio Casares afirmou ainda que a negociação do naming rigths, em alusão ao chocolate Bis, foi, proporcionalmente, a maior realizada até então entre os clubes brasileiros. O presidente, no entanto, não citou os valores envolvidos no acerto com o conglomerado, que envolve um repasse estimado entre R$ 25 e R$ 30 milhões até 2026.

Ainda na entrevista, o presidente são-paulino mencionou que o sucesso do acordo com a Mondelez foi "tão grande" que planeja expandir o contrato com a multinacional em outras frentes.

"E a resposta foi tão grande que eu até vou sentar com os empresários daqui a um ano e dizer: "Vamos prorrogar esse contrato, em outras bases?" Até o metrô anuncia a estação (São Paulo-Morumbi, da linha 4-amarela) como "Morumbis", completou.

Esta é a primeira vez que o Morumbi tem um acordo de naming rights em seus 63 anos de história. Além do São Paulo, seus rivais da capital, Palmeiras e Corinthians, concederam os nomes de seus estádios para empresas multinacionais. O clube alviverde terá recebido, até 2033, R$ 300 milhões pelo acerto fechado com a Allianz por 20 anos desde a inauguração do Allianz Parque, em 2013. O time alvinegro deverá receber a mesma quantia até 2040 após a parceria estipulada em duas décadas com a Hypera Pharma, dona da Neo Química.

Estadão
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