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Má fase, contratação e muitas lesões: o que mudou no São Paulo após sair da fila contra o Palmeiras

Dois meses depois, Tricolor reencontra o rival depois de vencer a final do Paulista e encerrar jejum de oito anos sem títulos. Veja o que mudou na equipe nesse período

31 jul 2021 07h02
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O dia 23 de maio de 2021 vai ficar para sempre guardado na memória do torcedor do São Paulo, que comemorou o título estadual contra o Palmeiras, saindo de um jejum de oito anos sem títulos. Dois meses depois, o Tricolor volta a reencontrar o rival, desta vez no Brasileirão. Com altos e baixos, o LANCE! mostra o que mudou no clube desde aquela grande decisão.

São Paulo teve altos e baixos depois da conquista do Paulistão (Foto: Rubens Chiri/São Paulo FC)
São Paulo teve altos e baixos depois da conquista do Paulistão (Foto: Rubens Chiri/São Paulo FC)
Foto: Lance!

Chegada de Rigoni mudou o ataque do São Paulo

Dois dias depois do título estadual, o São Paulo anunciou a chegada do atacante Emiliano Rigoni, que estava no Elche, da Espanha. O jogador caiu como uma luva no esquema do técnico Hernán Crespo e tem um começo excelente em sua trajetória pelo Tricolor, participando de 10 gols em apenas 13 partidas.

Desde que chegou ao São Paulo, Rigoni jogou 13 vezes pelo clube. Nessas atuações, ele bateu a sua marca alcançada no Zenit, da Rússia, tendo o seu melhor início por um clube.

Pelo time russo, Rigoni marcou seis gols e deu uma assistência em seus primeiros 13 jogos. No Tricolor, em suas primeiras 13 atuações, o argentino marcou o mesmo número de gols, mas deu quatro assistências aos seus companheiros, participando de um gol a cada 0,77 jogo. Com 833 minutos em campo pelo Tricolor, uma média de 64 minutos por jogo, Rigoni participa de um gol a cada 83 minutos, praticamente uma participação em gol a cada jogo em que atua pelo Tricolor.

Zona de rebaixamento no Campeonato Brasileiro

Empolgado com o título do Paulistão, o São Paulo começou mal o Campeonato Brasileiro. A primeira vitória aconteceu somente na 10ª rodada da competição, o que faz com que a equipe brigue para se afastar da zona de rebaixamento, lugar em que o Tricolor ocupa atualmente, com apenas 11 pontos em 13 jogos.

O ataque, que era uma das principais virtudes no estadual, está sendo o ponto fraco do time na competição nacional. Até aqui, foram somente nove gols marcados, uma média de 0,69 gols por jogo. E esse problema pode ter um 'culpado': as lesões recorrentes da equipe na temporada.

São Paulo sofre com lesões após o estadual e prejudica rendimento

Talvez o que mais preocupa o torcedor são-paulino na temporada são as notícias de jogadores lesionados. Quase vinte jogadores do elenco tricolor já perderam jogos por contusões desde o Paulista, em todos os setores da equipe, desde a zaga até o ataque.

Contra o Palmeiras, Arboleda, Eder e Luciano estão no departamento médico. Além deles, Luan e William também são dúvidas por problemas físicos. Vale ressaltar que a maioria das lesões são musculares, como estiramentos e contraturas, o que leva mais tempo de recuperação.

- O calendário é muito apertado. A sucessão de jogos... os jogadores não são robôs. Vamos completar um ano sem descanso, falei com eles, haverá um ano e meio sem descanso. Ao mesmo tempo queremos ser competitivos, somos um dos poucos times que estão lutando em três competições diferentes. Temos que continuar - disse o técnico Crespo sobre as lesões.

Renascimento na Libertadores e surgimento de Marquinhos

Mesmo em má fase no Campeonato Brasileiro, o São Paulo vem bem nos mata-matas: o time está classificado às quartas de final da Libertadores, contra o próprio Palmeiras e venceu o Vasco por 2 a 0, na ida das oitavas de final da Copa do Brasil.

E o mata-mata deu chance para o surgimento do atacante Marquinhos, que foi destaque na classificação contra o Racing, na Argentina, quando a equipe venceu por 3 a 1, após empatar por 1 a 1 no Morumbi e ver a vaga ser ameaçada na competição continental.

Lance!
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