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Com Kaká só em 2014, São Paulo garante ter folha equacionada

Presidente do clube, Carlos Miguel Aidar diz que clube tem saúde financeira para pagar a folha salarial atual que gira em torno de R$ 10 milhões. Mas acha muito improvável um reempréstimo de kaká

15 ago 2014 - 07h12
(atualizado às 09h06)
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A despeito das declarações de Kaká e do próprio presidente do Orlando City de que não está descartada a permanência do meia no Brasil após dezembro, o São Paulo não acredita que isso será possível. Com ou sem ele, no entanto, o clube garante que tem condições de manter o elenco estelar para o próximo ano.

"O time está equacionado financeiramente para prosseguir (em 2015)", disse o presidente Carlos Miguel Aidar, na quinta-feira, quando apresentou Michel Bastos, lateral esquerdo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2010 e o terceiro reforço de sua gestão - além dele e de Kaká, o clube também contratou o atacante Alan Kardec, ao custo de 4,5 milhões de euros (cerca de R$ 14 milhões).

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Embora não tenha gastado nada para buscar Kaká e Michel Bastos, o São Paulo paga a eles e também às demais estrelas (como o goleiro Rogério Ceni, o meia Paulo Henrique Ganso e os atacantes Alexandre Pato e Luis Fabiano) valores que têm parcela considerável na folha salarial de aproximadamente R$ 10 milhões mensais. Um valor difícil de administrar, em especial sem a ajuda de um patrocinador.

Desde o final de julho, o São Paulo não conta mais com o patrocínio da Semp Toshiba e busca parceiros. A ideia é fechar com mais de uma empresa para revezar espaços no uniforme. "É uma alternativa para ter um valor menor individual, mas que fixe a marca de forma permanente", explica Aidar, ao lembrar ainda que o contrato com a Penalty até o final de 2015 está ameaçado pela procura de outros "dois fortes concorrentes" fornecedores de material esportivo.

Em meio a tudo isso, Aidar quer mais. "A ideia é obviamente melhor ainda. Vamos perder o Kaká. Ele tem contrato até 31 de dezembro. Não adianta querer sonhar que vai ficar depois, porque o Orlando City não irá cedê-lo, nem que o São Paulo se classifique para a Libertadores. Acho pouco provável. De qualquer forma, a ideia é continuar melhorando, crescendo, aprimorando. Enfim, solidificando esse patrimônio de atletas e o patrimônio material", diz o presidente.

Como a janela de transferências do exterior para o Brasil está fechada, Michel Bastos foi o último reforço vindo de fora. No caminho inverso, o clube negocia o lateral direito com o Barcelona e, caso a transferência se concretize, poderá buscar alguém para o setor. Na zaga, tanto a diretoria quanto o técnico Muricy Ramalho acreditam que não sejam necessários reforços.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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