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Com exceção de Calleri, atacantes do São Paulo vivem seca de gols

Atacante argentino marcou nove dos 17 gols do Tricolor neste Campeonato Brasileiro

18 jun 2022 07h43
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Dono do segundo melhor ataque do Campeonato Brasileiro, atrás apenas do Palmeiras (23) e empatado com o Atlético-MG, o São Paulo se mostra cada vez mais dependente do artilheiro Jonathan Calleri, autor de nove dos 17 gols do time no Nacional. Isso porque os outros atacantes do Tricolor vivem uma fase de escassez de gols, e não marcam há pouco mais de um mês.

Calleri é o artilheiro do Brasileirão com nove gols marcados (Rubens Chiri / saopaulofc.net)
Calleri é o artilheiro do Brasileirão com nove gols marcados (Rubens Chiri / saopaulofc.net)
Foto: Lance!

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> ATUAÇÕES: Patrick se salva em tarde ruim do São Paulo contra o Botafogo

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A última vez que um atacante que não fosse o argentino balançou as redes foi no dia 15 de maio, pela sexta rodada do Brasileirão, na vitória sobre o Cuiabá por 2 a 1, quando o meia-atacante Nikão marcou um dos gols. Depois, o Tricolor entrou em campo em mais seis oportunidades, anotando seis gols, três deles feitos por Calleri, enquanto os outros três foram marcados por Rodrigo Nestor, Reinaldo e Patrick, jogadores de outras posições.

Após a derrota para o Botafogo na quinta-feira (16), o atacante Luciano, principal companheiro de Calleri, admitiu que não vive um bom momento profissional. O camisa 11 não marca há mais de um mês, sendo a última vez em 8 de maio, no empate com o Fortaleza por 1 a 1. Luciano, que foi artilheiro do Tricolor no Brasileirão de 2020 com 19 bolas na rede, marcou apenas três vezes na edição de 2022.

- Eu particularmente não estou em uma fase boa, estou alguns jogos sem fazer gol. Estou trabalhando, espero ajudar meus companheiros, tenho a confiança de todos - disse Luciano.

Calleri, principal referência no ataque tricolor, atuou em todas as 12 partidas, somando 1.060 minutos em campo. Depois do argentino, Luciano é o atacante que mais atuou: ficou 570 minutos, e entrou em 10 partidas.

Os outros dois atacantes de ofício à disposição de Rogério Ceni são Eder e Rigoni. O primeiro marcou uma vez neste Brasileirão, no empate com o Red Bull Bragantino por 1 a 1, pela terceira rodada. O atacante jogou 11 dos 12 jogos do time até aqui e ficou em campo por 367 minutos.

Já Rigoni, que teve bom início de temporada em 2021 sob o comando de Hernán Crespo, mas que aos poucos caiu de rendimento e acabou perdendo espaço na equipe, ainda não marcou. Ele atuou em oito jogos, ficando em campo por 133 minutos.

O São Paulo precisa calibrar o pé para enfrentar o líder Palmeiras na segunda-feira (20), no Estádio do Morumbi, às 20h, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. O time de Rogério Ceni deixou o G4 e precisa da vitória para não se distanciar dos primeiros colocados.

Lance!
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