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Retrô com penta, Senna, Guga e 82 traz alegria ou deprê?

O fim de semana misturou tanto ídolo junto que deu saudade de um Brasil que não existe mais

12 abr 2020
19h47
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Saudade do tempo em que as pessoas iam pras ruas comemorar o penta ou o título do seu time ou pedir Diretas Já! Hoje tem gente que contraria a ciência pra pedir que as pessoas saiam de casa e ignorem o coronavírus, com direito a carreatas.

Cafu levanta a taça do penta após a vitória sobre a Alemanha por 2 x 0
Cafu levanta a taça do penta após a vitória sobre a Alemanha por 2 x 0
Foto: RD1


Voltemos ao esporte com essa onda nostálgica que invade as TVs. Só nesse fim de semana foi possível ver o time de 82 perder pra Itália com direito a Tostão escrevendo que o time era melhor ainda do que ele imaginava. Tive uma sensação parecida e o alívio de perceber que aquela Seleção não vai me decepcionar nunca.

Só que teve mais: penta em 2002 com a família Felipão, Guga vencendo Corretja com direito a pneu no set que definiu o tri do brasileiro em Roland Garros. Senna conquistando o primeiro título mundial, em 88, no Japão. Ufa! Haja coração!

E ainda teve no mesmo horário do jogo do penta a final entre Corinthians x Boca pela Libertadores de 2012. Um prato cheio para os corintianos comemorarem a Páscoa. E pra mim foi a chance de ouvir os comentários do saudoso amigo Paulo Júlio Clement, que estava entre as vítimas do acidente do avião da Chapecoense.

Hoje sem Guga, sem Senna, sem título na Copa desde 2002 e com uma pandemia pela frente é difícil encarar a realidade. Mas é possível tentar lições das épocas em que o país era vitorioso nos esportes e ainda mantinha a esperança de viver dias melhores.


 

 

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