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Seleção Brasileira

Os 5 caras que fizeram a diferença no tetra

Há 25 anos, Romário, Bebeto, Dunga, Taffarel e Parreira foram fundamentais para acabar com o jejum de 24 anos

17 jul 2019
19h09
atualizado às 19h09
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Romário: O Baixinho, que só garantiu vaga no Mundial no último jogo das Eliminatórias contra o Uruguai, só não fez chover nos Estados Unidos. Marcou 5 gols e foi o principal nome do tetra.

Após o gol, Bebeto agradece Romário pelo passe perfeito que resultou no único gol da vitória da Seleção Brasileira sobre a seleção dos Estados Unidos
Após o gol, Bebeto agradece Romário pelo passe perfeito que resultou no único gol da vitória da Seleção Brasileira sobre a seleção dos Estados Unidos
Foto: Fábio M. Salles / Estadão

Bebeto: Fez uma dupla imbatível com Romário e marcou três vezes. Irritou-se recentemente e com razão quando ouviu de um comentarista que Romário tinha ganho a Copa sozinho.

Dunga: Marcado pelo fiasco da Copa de 90, Dunga foi fundamental na conquista do tetra.  Capitão e um dos principais amigos de Romário, foi um dos principais responsáveis pela força defensiva da Seleção. Ergueu a taça e saiu xingando a imprensa depois.

Taffarel: Na Copa de 94, o goleiro teve atuações seguras e ainda defendeu o pênalti batido por Massaro. Pra completar, viu Baggio mandar o pênalti no espaço e saiu pra comemorar o tetra.

Parreira: A contestada Seleção despertou muitos questionamentos por praticar o futebol de resultados. Alheio a isso, o técnico manteve as convicções e nunca perdeu a linha em meio a tantas críticas. Para ele, o peso de o Brasil não ganhar o título desde o fim da era Pelé justificava um Brasil mais pragmático e com menos fantasia. Muita gente discorda até hoje, mas ele venceu à sua maneira.

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