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Perto de definir candidatura, Galiotte ganha apoio de Leila

Empresária é dona da Crefisa, principal patrocinadora do Palmeiras

28 ago 2018 - 23h11
(atualizado em 29/8/2018 às 07h37)
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O presidente do Palmeiras, Maurício Galiotte, deve participar das próximas eleições do clube, marcadas para novembro. Perto de definir a candidatura, o dirigente terá o apoio da empresária Leila Pereira, conselheira e principal patrocinadora do clube alviverde.

"Vamos definir, mas, provavelmente, sim", disse Galiotte quando questionado sobre a possível tentativa de reeleição. "Vamos definir todos os detalhes em relação a eleição agora no mês de setembro. A chance de eu ser candidato existe, sim", confirmou.

Na busca pelo segundo mandato, Maurício Galiotte tem Leila Pereira como uma de suas principais aliadas. Ambos, por sinal, defenderam a mudança estatutária que aumentou o mandato presidencial de dois para três anos, medida aprovada pelos sócios em assembleia geral.

Presidente do Palmeiras, Maurício Galiotte em treino na Academia de Futebol
Presidente do Palmeiras, Maurício Galiotte em treino na Academia de Futebol
Foto: DJALMA VASSÃO / Gazeta Press

"O Maurício não me disse se vai ser candidato, mas sempre teve meu apoio, porque é um presidente que está fazendo um Palmeiras que todos nós, torcedores, almejamos. Um clube moderno, profissional, que olha adiante, protagonista. Então, o Maurício tem todo meu apoio, incondicional", disse a empresária.

Com o contrato de patrocínio válido até o final do ano, Leila Pereira garantiu que deseja estender o compromisso independentemente do resultado das eleições. O tema, aliás, motivou um desentendimento com três dos quatro vices do clube, entre eles Genaro Marino Neto, que deve concorrer com Galiotte.

"Meu objetivo é ficar no Palmeiras o resto da vida. Enquanto o Palmeiras quiser as minhas marcas, podem ter certeza absoluta que estaremos lá. É um orgulho muito grande para mim. Não interessa quem vai ser o presidente, óbvio. Mas, se a pessoa não me quiser no clube, não posso impor minha vontade", explicou.

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