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Enaltecendo história de colombianos no Palmeiras, Atuesta diz que quer o 'pico mais alto': o Mundial

Novo camisa 20 relembrou conterrâneos que marcaram época no Verdão, mas espera conquistar o que nenhum deles conseguiu com a camisa alviverde

13 jan 2022 16h16
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Faustino Asprilla, Freddy Rincón, Pablo Armero, Yerry Mina e até Harold Lozano. Em sua apresentação oficial no Palmeiras, na tarde desta quinta-feira (13), o volante Eduard Atuesta mostrou que quer continuar o legado de outros conterrâneos no Verdão. E, para isso, é direto em sua colocação que veio ao clube alviverde em busca do título do Mundial de Clubes, competição prioritária da equipe no primeiro semestre, que será disputada em fevereiro, nos Emirados Árabes Unidos.

Atuesta foi apresentado oficialmente no Palmeiras nesta quinta-feira (Foto: Cesar Grecco/Palmeiras)
Atuesta foi apresentado oficialmente no Palmeiras nesta quinta-feira (Foto: Cesar Grecco/Palmeiras)
Foto: Lance!

- Conheço a história do Palmeiras e de vários jogadores colombianos importantes para nosso país que passaram por aqui e sempre foram um orgulho para nós. É muito bonito saber que os colombianos que foram nossos ídolos abriram as portas para a gente poder jogar aqui.

Rincón é o nome mais famoso no Brasil na lista dada pelo novo camisa 20 palmeirense. Trazido ao país pelo Verdão em 1994, foi vendido à Europa e trazido de volta ao clube um ano e meio depois. Acabou fazendo carreira no futebol brasileiro atuando por Corinthians, Santos e Cruzeiro e treinando diversas equipes pequenas em divisões de acesso.

Ídolos recentes, Mina e Armero ainda estão vivos nas lembranças palestrinas. Lozano é o mais obscuro, chegando ao Verdão em 1995 e indo embora no mesmo ano sem deixar saudades.

Um dos maiores nomes do futebol colombiano, Asprilla chegou ao Palmeiras em 1999 com a mesma missão de Atuesta: ganhar um Mundial. Diferente da ocasião, quando o clube acabou perdendo a decisão para os ingleses do Manchester United, desta vez o reforço contratado junto ao Los Angeles FC mostra otimismo em voltar de Abu Dhabi com o troféu.

- Vejo essa oportunidade no Palmeiras como uma escalada em minha carreira, uma oportunidade para fazer história, para crescer como jogador, para jogarmos muito bem e colocar esse campeonato em nosso escudo, para a nossa gente. É uma grande oportunidade em minha carreira. E espero aproveitar.

E depois de ver as partidas que levaram o Palmeiras às duas conquistas seguidas da Copa Libertadores, o volante diz que o mais difícil já foi alcançado. É hora de saltos maiores.

- Manter a equipe campeã era o mais difícil. mas agora estamos lá em cima. É hora de encontrar um pico ainda maior. E esse pico é o Mundial de Clubes.

TABELA

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