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Dudu é inocentado de acusação de agressão à ex-mulher

O atacante, hoje no Al-Duhail, do Catar, foi acusado de agredir a ex-mulher em junho de 2020. Na época, o atleta ainda defendia o Palmeiras

20 jan 2021
16h18
atualizado às 16h24
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Nesta terça-feira, a delegada Adonilza Lopes de Oliveira, da 9ª Delegacia de Defesa da Mulher, concluiu o inquérito e inocentou o jogador Dudu, ex-Palmeiras, da acusação de agressão à ex-mulher, Mallu Ohanna. A assessoria de imprensa do atleta confirmou a informação através de nota oficial.

O atacante, hoje no Al-Duhail, do Catar, foi acusado de agredir a ex-mulher em junho de 2020. Na época, o atleta ainda defendia as cores do Palmeiras. Pouco depois, o camisa 7 deixou o clube paulista rumo ao futebol árabe. Segundo o inquérito policial, não foi possível comprovar que houve a agressão. Foram analisadas câmeras de segurança do local e depoimentos de pessoas envolvidas. Além de inocentar o jogador, a delegada ainda sugere que o MP enquadre Mallu em alguns crimes.

O atacante, hoje no Al-Duhail, do Catar, foi acusado de agredir a ex-mulher em junho de 2020. Na época, o atleta ainda defendia as cores do Palmeiras.
O atacante, hoje no Al-Duhail, do Catar, foi acusado de agredir a ex-mulher em junho de 2020. Na época, o atleta ainda defendia as cores do Palmeiras.
Foto: Wilian Oliveira / Futura Press

No Catar desde julho de 2020, Dudu já soma 22 jogos e 11 gols com a camisa do Al-Duhail. Pelo Palmeiras, o ídolo atuou chegou ao clube em 2015. Conquistou os títulos do Campeonato Brasileiro de 2016 e 2018 e da Copa do Brasil em 2015. Fez parte também do time campeão paulista de 2020, mas não defendia mais o clube na reta final da competição.

Confira a nota da assessoria de imprensa de Dudu

"Além de sugerir e concluir pelo não indiciamento do Dudu, a doutora Adonilza Lopes de Oliveira, responsável pela 9ª Delegacia de Defeda da Mulher, recomenda que o Ministério Público enquadre a Mallu em alguns crimes.

Segundo o inquérito policial, não é possível constatar qualquer agressão de Dudu (em nenhum momento). De acordo com a polícia, porém, diante da investigação realizada ao longo dos meses, ficou claro que a Mallu agrediu o Dudu.

O inquérito aponta, ainda, que a versão sustentada por Dudu, desde o início, se confirmou ao longo dos depoimentos e por provas, imagens e testemunhas intimadas no processo. Por outro lado, em diversas situações, a acusação entrou em contradição em várias partes do depoimento, contrariando tudo o que foi apurado pelos investigadores.

O documento também acusa, de forma categórica, que a Mallu, mais uma vez, faltou com a verdade no episódio ocorrido no Carnaval, em São Paulo, onde ela se dizia vítima. De acordo com o relatório, a delegada tira a Mallu do papel de vítima e a coloca como agressora.

No IP também constam as ameaças de Mallu a duas testemunhas de Dudu ao longo do inquérito, atitudes que levaram Mallu a ser formalmente acusada na mesma delegacia.

Não menos importante, o documento reforça a total colaboração de Dudu, desde o início das acusações, ressaltando que ele compareceu à delegacia, mais de uma vez, e cedeu o seu celular para a averiguação da perícia, onde não foi constatada qualquer arquivo ou conversa que o colocasse contra as suas declarações, provas e/ou testemunhas".

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