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Organização dos Jogos de Milão-Cortina vai consertar medalhas quebradas

Atletas relataram que as fitas se desprendem sozinhas dos metais

10 fev 2026 - 09h19
(atualizado às 09h51)
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O comitê organizador dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina anunciou nesta terça-feira (10) que as medalhas quebradas serão consertadas e restituídas aos atletas.

Breezy Johnson, ouro no downhill, é uma das que tiveram medalha quebrada
Breezy Johnson, ouro no downhill, é uma das que tiveram medalha quebrada
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

A notícia foi divulgada pelo porta-voz da Fundação Milano Cortina 2026, Luca Casassa, na esteira dos relatos de medalhas danificadas após a fita se desprender do metal.

"Em relação a alguns problemas que atingiram um número limitado de medalhas, o comitê organizador aprofundou imediatamente a questão, operando em estreita coordenação com a Casa da Moeda do Estado, responsável pela produção", disse Casassa em um briefing diário para a imprensa.

"Foi identificada uma solução, e uma intervenção mirada foi implementada. Os atletas cujas medalhas foram afetadas são convidados a entregá-las por meio dos canais apropriados, a fim de que possam ser tempestivamente consertadas e restituídas", acrescentou.

Segundo ele, isso confirma o "compromisso" das Olimpíadas de Milão e Cortina d'Ampezzo de "garantir que as medalhas, símbolos da maior conquista na trajetória de cada atleta, correspondam aos mais elevados padrões de qualidade e atenção".

Entre os atletas que reclamaram de medalhas quebradas estão a americana Breezy Johnson, ouro no downhill feminino do esqui alpino, e a italiana Lucia Dalmasso, bronze no slalom gigante paralelo do snowboard.

"Eu estava pulando de tanta empolgação, e ela quebrou", contou Johnson.

Ansa - Brasil
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