Script = https://s1.trrsf.com/update-1779108912/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Oferecimento Logo do patrocinador
Publicidade

Muito além do campo: como a Copa do Mundo transforma a cultura e a sociedade

De tragédias reais a fugas históricas, o torneio quebra barreiras sociais e inspira narrativas dignas de cinema pelo planeta

20 mai 2026 - 09h05
Compartilhar
Exibir comentários
Presidente de Federação do Irã coloca em dúvida participação na Copa do Mundo após ataques dos EUA.
Presidente de Federação do Irã coloca em dúvida participação na Copa do Mundo após ataques dos EUA.
Foto: Divulgação/Fifa / Estadão

A câmera abre. O som das ruas invade a tela. Não é apenas um jogo rolando no gramado; é o mundo inteiro prendendo a respiração. O futebol, em sua essência, quebra barreiras de preconceitos e de classes sociais, dando voz às pessoas e promovendo a paz. Mas quando a Copa do Mundo começa, o esporte transcende as quatro linhas e se transforma em um roteiro de cinema, com dramas reais, tragédias e heróis improváveis.

O peso da camisa e o drama humano

A tensão de um Mundial esmaga e consagra. Nos bastidores, a pressão sobre os líderes das seleções dita o ritmo do torneio, como registrado na série documental "Capitães", que acompanhou nomes como Thiago Silva e Kylian Mbappé no Catar. Mas a história mostra que o drama pode ser muito mais profundo.

Na Copa de 1994, nos Estados Unidos, dois destinos se cruzaram de forma brutal. Enquanto o Brasil caminhava para o tetracampeonato, o italiano Roberto Baggio viveu a decadência ao perder o pênalti decisivo na final. Semanas antes, o zagueiro colombiano Andrés Escobar marcou um gol contra diante dos donos da casa, erro que culminou em seu assassinato a tiros na Colômbia após a eliminação.

Fuga, monges e a cultura nas arquibancadas

O impacto cultural do torneio atinge lugares inimagináveis. A obsessão pela bola já fez monges tibetanos desafiarem as regras de um monastério apenas para assistir a uma final de Copa do Mundo. Em cenários ainda mais extremos, durante a Segunda Guerra Mundial, uma partida entre prisioneiros de guerra e soldados alemães serviu como oportunidade de fuga do Terceiro Reich.

Nas arquibancadas e nas ruas das cidades-sede, a atmosfera é capturada por quem vive o evento de perto. O jornalista Elcio Padovez, no livro "A vida em Copas", relata os bastidores coadjuvantes e a vivência entre a torcida e a imprensa nas edições da Alemanha (2006), Brasil (2014), Rússia (2018) e Catar (2022).

Quando a paixão vira obsessão

Mas a lente documental também revela as sombras do esporte. Se por um lado a democratização do acesso ao futebol estimula o avanço social, por outro, o fanatismo cobra seu preço. A cultura das arquibancadas esconde o submundo dos hooligans, onde o esporte deixa de ser paixão e vira uma violenta obsessão.

Seja na glória de ídolos eternos ou nas histórias anônimas de quem vive o futebol nas ruas, a Copa do Mundo prova que o esporte é um elemento necessário para a construção da sociedade. O apito final nunca é o fim da história.

Fonte: TerrAI Texto gerado com ajuda de Inteligência Artificial a partir do acervo do Terra e editado pelo nosso time de jornalistas.
Compartilhar
TAGS

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra