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Modelo híbrido é tendência também na prática de esportes

Estudo mostra novas tendências no mercado de atividade física.

3 abr 2022 - 04h00
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Foto: EY / Reprodução

As restrições e o isolamento social recomendados pelas autoridades públicas no auge da pandemia de Covid 19 impuseram aos praticantes de atividades físicas uma mudança de hábito: aulas de ginásticas online. Apesar da reabertura das academias e espaços ao ar livre, o consumidor quer um sistema híbrido, mantendo o serviço online e encontrando presencialmente seu professor com alguma frequência. A constatação é do Panorama Setorial Fitness Brasil.      

O estudo inédito ― realizado pela Fitness Brasil em parceria com a EY e a Armatore Market + Science, recém-divulgado ― contou com 4.465 entrevistados, distribuídos em 26 Estados e o Distrito Federal, em 454 municípios, além de outras fontes, como IBGE e conversas dirigidas com especialistas. 

“Nossa referência sempre foi o IHRSA Global Report, que reúne dados de dezenas de países e fornece uma visão macro da indústria e de academias em todo o mundo, tornando-o uma fonte importante para gestores, fornecedores e profissionais da educação física. Ao elaborarmos um relatório fitness nacional, a intenção é colaborar com uma visão mais precisa da nossa realidade e contribuir com a profissionalização e evolução do mercado”, afirma Gustavo Almeida, diretor-executivo da Fitness Brasil. 

O relatório mostra que o Brasil tem cerca de 36 mil centros de atividades físicas. O Estado de São Paulo lidera o ranking de concentração de centros com 28% do número total, seguido por Minas Gerais com 12%, Rio de Janeiro com 8%, Paraná com 8% e Rio Grande do Sul com 7%. 

Por outro lado, existem 711 cidades com população superior a 10 mil habitantes e inferior a 50 mil habitantes que não possuem centros de atividades físicas. Destas, 62% estão concentradas no Nordeste. 

De acordo com o Panorama, 40% dos entrevistados preferem praticar atividade física ao ar livre, 26% disseram que caminhada ou corrida é sua atividade física mais praticada e 54% buscam resultados ― treinam de 6 a 7 vezes por semana, querem melhorar a forma física e a performance. 

Preço baixo é o que buscam 69% dos respondentes, principalmente entre os que ganham até um salário mínimo. E quanto mais alta a classe social, mais se pratica atividade física. “Dinheiro não é único fator que contribui para isso. Tempo e rotina mais estruturados, possibilitando maior dedicação ao esporte, contribuem”, afirma Fernando Fleury, CEO da Armatore. Segundo ele, 82% dos entrevistados com renda mensal igual ou superior a R$ 22 mil praticam esportes com regularidade e optam por modalidades consideradas caras, como triatlo e ciclismo de estrada. 

Conhecidas no mercado inglês e americano, as academias low cost (baixo custo) são tendência. “O crescimento do segmento foi superior a cinco vezes nos últimos anos”, aponta Gustavo Hazan, gerente sênior para o mercado esportivo da EY. De acordo com ele, outras tendências mostradas no estudo são o Fundraising (busca por fontes de financiamento no setor, seja por private equities, fundos de investimento e oferta pública e ações) e as gymtechs (digital como complemento do presencial e formato híbrido). 

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