Bia Souza diz que 'nada está garantido no judô' e comemora ser exemplo para crianças: 'Momento especial'
Judoca vai enfrentar Raz Hershko no dia 29 de agosto, no estádio do Pacaembu
Bia Souza virou referência para as crianças após a conquista da medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Paris, em 2024. Pedidos para fotos, vídeos e autógrafos viraram parte da rotina da judoca quando sai na rua ou vai em eventos.
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Se hoje celebra a oportunidade de ser uma ídola para o público infantil, a judoca também já viveu o lado de fã durante a infância e até mesmo quando já havia ingressado no Esporte Clube Pinheiros.
“Fico muito feliz de ser um exemplo para a criançada. Comecei o judô com 7 anos de idade, sei o que é ter essa troca com grandes ídolos. Fui para o Pinheiros muito nova, com 15 anos. Mas já estava dividindo o tatame com o Rafael Silva, Tiago Camilo, com o Leandro Guilheiro, grandes referências dentro do esporte. Sei qual é a sensação, sei como o coraçãozinho bate mais rápido. Sei que é um momento especial, então gosto de fazer a minha parte e incentivar cada vez mais a criançada a poder praticar esporte”, conta ao Terra.
Entre fotos e conversas com os fãs-mirins, Bia se prepara para lutar na terceira edição do Spaten Fight Night, no dia 29 de agosto, no Pacaembu. O combate será contra uma velha conhecida: Raz Hershko, sua adversária na final olímpica de Paris.
Apesar de já ter enfrentado a isralense duas vezes e a vencido em ambas as oportunidades, a judoca brasileira mantém os pés no chão e sabe que no esporte tudo pode acontecer.
“O judô é uma grande escola sobre isso: nada está garantido. Acho que isso é o mais legal dentro do esporte. O judô te ensina que não é só porque você ganhou uma luta que você vai continuar ganhando. A gente sempre trabalha em busca de evolução, de ajustar todos os detalhes, estuda o adversário, trabalha a parte técnica e mental, sempre mantendo o pezinho no chão”, continua.
Desta vez, porém, Bia terá um apoio diferente: o do público brasileiro: “É incrível, lutar dentro de casa é sempre sensacional, por mais que a gente possa lutar muito pouco aqui dentro do Brasil, mas ainda assim é espetacular sentir a energia, a torcida brasileira, sentir tão pertinho, só traz mais motivação para a gente”, completa.
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