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Há 14 anos, Ceni virou o maior goleiro artilheiro. E não foi no Mineirão

Recontagem feita em 2011 transformou um gol contra o Palmeiras, em 3 de maio de 2006, pela Libertadores, no 63º da carreira de Rogério Ceni. Chilavert fez 62

3 mai 2020
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Rogério Ceni chegou a 63 gols na carreira, um a mais que o paraguaio Chilavert, há exatos 14 anos. O recorde foi batido em 3 de maio de 2006, contra o Palmeiras, no Morumbi, embora até hoje muita gente pense que foi em 20 de agosto de 2006, contra o Cruzeiro, no Mineirão.

Rogério Ceni bateu recorde de Chilavert em 2006 (Foto: AFP PHOTO / MAURICIO LIMA)
Rogério Ceni bateu recorde de Chilavert em 2006 (Foto: AFP PHOTO / MAURICIO LIMA)
Foto: Lance!

O São Paulo celebrou o feito de Ceni após o empate por 2 a 2 com o Cruzeiro, pelo Brasileirão de 2006, em que o goleiro defendeu um pênalti e marcou dois gols. Mas a contagem do próprio clube mudou em 2011, quando o centésimo já era questão de tempo.Em janeiro de 2011, o Tricolor anunciou que adicionaria à conta dois gols em partidas não oficiais: no amistoso contra o combinado Santos/Flamengo, em 1998, e na final do Torneio Amistoso Constantino Cury, contra os russos do Uralan, em 2000.

"O São Paulo atesta que, como registra e documenta o Arquivo Histórico são-paulino, reorganizado em 2010 com a contratação do historiador Michael Serra, Rogério Ceni conta com 96 gols anotados em 949 partidas profissionais reconhecidas pelo clube", diz nota oficial.

O São Paulo conta todos os jogos organizados ou autorizados pela Federação vigente e cumpridores das devidas normas e regulamentações estabelecidas pela FIFA, como regras de jogo, tempo regulamentar, delegação de arbitragem, anotação em boletim oficial, atletas profissionais... Com base em todos estes critérios, decidiu considerar os dois amistosos para a contagem de gols de seu goleiro.

Feita essa recontagem, o 63º gol de Rogério Ceni passa a ser o da vitória por 2 a 1 sobre o Palmeiras, no Morumbi, nas oitavas da Libertadores de 2006, de pênalti. Este jogo completa 14 anos neste domingo.

O Palmeiras, aliás, foi a maior vítima da carreira de Rogério Ceni ao lado do Cruzeiro: cada um sofreu sete gols.

Lance!
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