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FPF diz que gol do Novorizontino foi legal; Palmeiras repete: 'Paulistinha'

Cícero Souza falou depois do empate com o Novorizontino e fez uma reclamação pesada, pois o gol da equipe do interior saiu depois de um toque de mão de Murilo Henrique

23 mar 2019
20h09
atualizado às 20h18
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Palmeiras e Federação Paulista de Futebol levaram para as redes sociais a briga existente desde o ano passado. Depois de o clube reclamar que o gol do Novorizontino no empate em 1 a 1 foi irregular, a entidade repetiu que não houve toque de mão no início da jogada. O Verdão, em resposta, alegou que a atitude é a mesma do "Paulistinha do ano passado".

Cícero Souza, gerente de futebol do Palmeiras, fez duras críticas à FPF depois do jogo. O dirigente falou antes de Luiz Felipe Scolari para criticar a ação do VAR - além de confirmar o gol do Novorizontino, o vídeo mudou a chamada de campo em um pênalti para a equipe do interior, que Fernando Prass pegou.

- O Palmeiras não concorda pagar um valor absurdo para uma equipe de VAR fazer o que fez. É uma conta cara, os clubes de profissionalizam, e a pessoa que deveria corrigir o que foi feito em campo não deveria ser melhor qualificada, também? O presidente Maurício foi sempre pioneiro nesta ideia, e todo o departamento de futebol apoia sua posição sobre Campeonato Paulista - disse Cícero, lembrando do rompimento do Verdão com a FPF.

- É uma súplica que a gente qualifique um trabalho que precisa ser qualificado. Não pode quem está no VAR não chamar o árbitro para ver um lance de mão. O Palmeiras faz o que pode fazer: se revoltar com a atitude. Quando a gente tem acesso à imagem, deixando claro o movimento de giro, entender que isto nos prejudicou e ficar quieto não seria o mais correto - acrescentou.

Raphael Claus foi o árbitro de campo, enquanto Thiago Duarte Peixoto foi quem comandou o VAR. Ednilson Corona, chefe de arbitragem da Federação Paulista, também deu entrevista no estádio Jorge Ismael de Biasi, em que apoiou as decisões tomadas pela arbitragem. Segundo ele, o toque não foi na mão de Murilo, mas sim na barriga, assim como houve pênalti de Antônio Carlos.

- A sala viu esta imagem (que o Palmeiras usou), por esta imagem não fecharam opinião. Buscaram outras imagens, que mostram claramente que a bola não pegou (na mão). A gente trabalha com a ideia de não se apaixonar pela primeira imagem. No vídeo parece que só tem esta imagem, mas aquela não é a melhor para nós. Pode dar a impressão de que pega no peito e corre para o braço, mas nas outras vemos que não é o que aconteceu. É o que a gente carrega: viu uma imagem, busque outros ângulos. É assim que estamos trabalhando e aprendendo - respondeu Corona.

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