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Em festa de 1 ano dos Jogos, governos admitem 'lapso' no Velódromo

Autoridades dizem não saber quem arcará com custos para a recuperação da arena após incêndio. Em Londres, presidente do COI, Thomas Bach, pede paciência com legado

5 ago 2017 - 17h13
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No marco de um ano da abertura dos Jogos Olímpicos Rio-2016, autoridades se reuniram ontem para uma celebração da data no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, mas não puderam evitar perguntas sobre os problemas na gestão das arenas esportivas, muitas com uso restrito e outras até inutilizadas desde o fim do evento.

Considerada a instalação mais problemática dos Jogos devido aos atrasos e aumentos de custo, o Velódromo pegou fogo no último domingo. As investigações apontaram que balões causaram o acidente. Se não bastasse o prejuízo, o equipamento não tinha sequer seguro para cobrir as despesas. Governo federam e prefeitura admitiram o impasse sobre os reparos.

- Não temos definido como isso vai ocorrer. Se há um seguro, vamos acionar. Isso está em fase de avaliação com o Ministério do Esporte e a Prefeitura para ver se vamos contratar através de uma licitação emergencial agora para fechar temporariamente ou depois definitivamente - disse, Paulo Márcio, presidente da Autoridade de Governança do Legado Olímpico (AGLO), órgão criado pelo governo federal para cuidar das arenas, em entrevista ao Globoesporte.com.

    Um ano após Jogos, Rio vive dor de cabeça para definir rumo de arenas

- As arenas administradas pelo município têm seguro. Nas administradas pelo Ministério do Esporte, nesse caso, houve um lapso. Mas já está sendo corrigido - afirmou o prefeito do Rio, Marcelo Crivella.

O Ministério do Esporte, que é responsável por mais três arenas do Parque Olímpico (Centro de Tênis e Arenas Cariocas 1 e 2), realizou durante o dia eventos com crianças para incentivar a prática esportiva.

Em Londres, o presidente do COI, o alemão Thomas Bach, pediu ontem paciência aos governos diante do cenário econômico desfavorável.

- É preciso levar em consideração a situação de extrema dificuldade no Brasil, que passa pela pior crise que o país já viveu. Nessas condições, nem todos os planos para o legado puderam ser realizados no tempo que planejado. É preciso respeitar isso e ser justo com os brasileiros. Depois de Londres, o parque olímpico ficou fechado mais de um ano para adaptações - disse Bach, que está na capital britânica para assistir ao Campeonato Mundial de atletismo.

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