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Espanha sofre, mas vira sobre África do Sul com 2 pênaltis

Kgatlana abriu o placar para as africanas com um belo gol de fora da área, mas Hermoso, com dois gols de pênalti, virou o marcador. Lucía García deu números finais a partida

8 jun 2019 15h16
| atualizado às 15h49
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Espanha venceu com dificuldade (Foto: Damien Meyer / AFP)
Espanha venceu com dificuldade (Foto: Damien Meyer / AFP)
Foto: LANCE!

Não foi fácil, mas a Espanha venceu a África do Sul, de virada, por 3 a 1, neste domingo, em sua estreia na Copa do Mundo feminina. Kgatlana abriu o marcador com um golaço, mas Hermoso virou para a seleção espanhola, com dois gols de pênalti. Vilanski foi expulsa, ao cometer a segunda penalidade. No fim, Lúcia García deu números finais a partida.

Superioridade

A seleção espanhola teve números muito superiores aos da África do Sul. A primeira etapa terminou com uma posse de bola de 73% para a espanholas contra 27% das africanas, além de 11 chutes a gol, sendo que, desse montante, quatro foram na direção da goleira Dlamini. A Espanha teve as melhores chances, mas não conseguiu furar a defesa adversária.

Cirúrgica

Além de apenas 27% de posse no primeiro tempo, a África do Sul chutou apenas uma bola na direção da goleira Panos. A chance, porém, foi letal. Kgatlana acertou um belíssimo arremate de fora da área e encobriu Panos. Lindo gol das africanas.

Empate

No segundo tempo, a África do Sul demonstrava superioridade física e levava perigo. Fulutudilu teve uma boa chance, mas não converteu em gol. A Espanha, porém, conseguiu um pênalti, após Van Wik bater com o cotovelo na bola. Hermoso bateu com firmeza e empatou a partida.

Vitória garantida

Com o gol, as espanholas ganharam confiança. Virgínia chegou a virar o jogo, mas a arbitragem apontou o impedimento. A Espanha, porém, conseguiu ficar na frente. Com a ajuda do VAR, Vilaski foi expulsa, após falta dentro da área e o pênalti foi marcado. Hermoso bateu e fez mais um, se tornando a primeira jogadora a converter dois pênaltis em uma mesma partida da competição. Já próximo do fim, Lúcia García ficou sozinha com Dlamini e deu números finais.

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