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Atentado faz Brasil mudar esquema de segurança da Rio-2016

Atentado deixou mais de 80 mortos na França e vai influenciar diretamente no planejamento do Rio de Janeiro

15 jul 2016 13h31
| atualizado às 13h41
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                    Raul Jungmann é o ministro da defesa desde maio(Foto: Divulgação)
Raul Jungmann é o ministro da defesa desde maio(Foto: Divulgação)
Foto: Lance!

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, declarou nesta sexta-feira (15) que o atentado na cidade de Nice, no sul da França, que matou 84 pessoas, deve mexer nas medidas de segurança para o público durante a Olimpíada do Rio de Janeiro.

- O atentado em Nice preocupa a nós também. Acompanhamos todos os fatos e tiramos algumas lições. Vamos ter que revisar procedimentos, ampliar barreiras, as revistas, vamos ter que ter uma segurança muito mais rígida. Infelizmente isso pode ser uma dificuldade a mais e um transtorno para as pessoas, mas é para o bem e para a segurança delas - afirmou o ministro, em entrevista à rádio CBN.

Os atentados em ao redor do mundo fizeram com que o Governo Federal tomasse uma série de medidas para a Rio-2016. 6 mil agentes da Força Nacional de Segurança Pública foram chamados para trabalhar durante o evento.

Além disso, um gabinete especial voltado ao combate e prevenção foi criado para monitorar possíveis situações de risco. Os dados serão compartilhados entre agências de inteligência de outros 97 países e uma base de dados dos Estados Unidos também será disponibilizada.

Especialistas de países como Estados Unidos, Grã-Bretanha, França e Espanha estarão trabalhando em um centro antiterrorismo internacional criado pelo Brasil.

- Estamos cumprindo com todos os encargos do COI para defesa e segurança, as Forças Armadas Brasileira estão com um trabalho de planejamento de três anos. Nós temos uma parceria com as principais agências de inteligência do mundo todo. A Olimpíada do Rio terá o primeiro centro internacional de inteligência. Já estão credenciados representantes de 106 países, que vão estar neste centro, além de nós mesmos termos um centro integrado de contra-terrorismo. Todas as providências que nos foram demandadas, nos estamos fazendo - disse Jungmann.

Lance!
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