Somente três dias depois de vencer Daniel Cormier e defender com sucesso pela oitava vez o título dos meio-pesados do UFC, Jon Jones fez um anúncio bombástico. O lutador americano admitiu que foi pego em um exame antidoping surpresa com o principal componente da cocaína, uma substância chamada benzoilmetilecgonina, e revelou que se internou em uma clínica de reabilitação a drogas
O brasileiro Thiago Silva foi flagrado no exame antidoping realizado após o UFC on FUEL 6, em 2012. Thiago testou positivo para o uso de maconha e foi suspenso por seis meses pelo UFC. Antes, o brasileiro já havia pegado 12 meses de punição por burlar um exame antidoping
O americano Nick Diaz, próximo adversário de Anderson Silva, foi pego por uso de maconha no UFC 143, quando perdeu para Carlos Condit. Foi suspenso por um ano a partir da data da luta, dia 4 de fevereiro de 2012
A luta de Maradona contra as drogas começou durante a sua carreira, quando foi pego por uso de cocaína em exame antidoping quando atuava no Napoli, e continua depois da aposentadoria. O ex-jogador sofre com recentes recaídas, mas atualmente está com o vício controlado
Ex-piloto de Fórmula 1, Franck Montagny foi pego com derivado de cocaína no exame antidoping realizado após prova da Malásia da Fórmula E, em novembro de 2014, e acabou suspenso pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA) de maneira preventiva enquanto aguarda o julgamento da entidade.
O jovem atacante Michael, do Fluminense, foi pego em exame antidoping durante a vitória do Fluminense sobre o time do Resende. Mesmo sem dar entrevistas, o jogador admitiu para a comissão técnica e dirigentes do Fluminense que é usuário de cocaína.
André Neles, conhecido durante parte da carreira pelo apelido de André Balada, admitiu em entrevista ao Jornal da Tarde em 2008 que consumia drogas na época em que jogava pelo Palmeiras, em 2003. O atleta afirmou que foi viciado durante três anos. Ele parou em novembro de 2004 quando passou a freqüentar uma igreja a pedido do goleiro Gustavo, seu companheiro no Figueirense
Ídolo corintiano na década de 80, Casagrande teve seu vício em drogas exposto apenas anos depois do fim de sua carreira, quando já era comentarista da TV Globo, quando foi internado de forma involuntária pelos seus familiares após sofrer um acidente de carro. Recentemente lançou uma biografia chamada Casagrande e seus demônios, em que conta sua dependência com cocaína e heroína. O ex-jogador afirmou ainda que teria se dopado durante passagem pelo Porto, em 1987
Ídolo do Corinthians no início da década de 90, o atacante Dinei foi pego no exame antidoping em 1996 pelo uso de cocaína, quando era titular do time do Coritiba. Jogador admitiu em entrevistas posteriores que já consumiu cola, maconha e cocaína. Dinei foi suspenso por 240 dias e ainda voltou a jogar em alto nível após o caso, ajudando o Corinthians a ganhar os títulos do Campeonato Brasileiro de 1998 e 1999
Filho de Pelé, Edinho foi preso em 2005, acusado de associação com o tráfico de drogas. O ex-goleiro do Santos permaneceu 10 meses preso e na época chegou a visitar uma clínica para tratamento de dependentes químicos em Campinas. Edinho sempre usou como linha de argumentação de defesa de que apenas era viciado em maconha.
Durante entrevista à TV Globo, em 2008, o atacante Jardel admitiu que usava cocaína há algum tempo e que havia parado dois meses antes. O atleta disse que más companhias e que começou a se drogar após ficar deprimido ao se separar de sua mulher. Jardel afirmou que só consumia a droga nos períodos em que não tinha jogos a disputar, por isso não era preso no doping
Quando despontava como uma das promessas do Botafogo, o atacante Jóbson foi pego por duas vezes no exame antidoping no Campeonato Brasileiro de 2009. Meses depois, durante julgamento ele admitiu que usou crack e acumulou quase dois anos de suspensões
O zagueiro Junior Baiano foi pego no exame antidoping realizado após a final da Copa João Havelange, em 2000, entre Vasco e São Caetano. O atleta negou que tenha consumido a droga, mas pelo fato de terem encontrado o metabólico benzoilegonina na urina do atleta, o defensor foi suspenso por 120 dias.
No auge da sua carreira, em 2000, o meia Lopes foi pego no antidoping por uso de Cocaína e suspenso pelo STJD por 120 dias quando atuava no Palmeiras. Para piorar a situação durante o tempo que ficou no alviverde, Lopes fugiu duas vezes da concentração e abandonou os treinos. O jogador passou por outros clubes grandes como Flamengo, Santos, Atlético-MG e Cruzeiro, mas nunca obteve o sucesso que prometia no início da carreira
Flagrado por uso de anfetamina em uma partida do Campeonato Paulista contra o São Paulo, Mario Sergio acabou suspenso por três meses. Na época, em 1984, jogava no Palmeiras.
Ex-atacante do Palmeiras, Max foi flagrado no exame antidoping por consumo de cocaína em seu retorno ao América-RN, em 2012. O jogador assumiu o erro, mas não escapou da punição de dois anos de suspensão. "Infelizmente o diabo me pegou nesse caso. Tinha brigado com minha noiva e estava com problemas que não eram resolvidos no lado profissional. Discuti com minha noiva e fui para uma festa, onde fiz o uso", disse o jogador durante seu julgamento
Em 2002, o lateral Michel foi flagrado no exame antidoping, que identificou na urina do atleta a substância canabinóides, da maconha, após um clássico contra o São Paulo em que o Santos venceu por 3 a 2, com um gol do jogador. O atleta foi suspenso por 120 dias, mas ainda acabou campeão brasileiro pelo time praiano no mesmo ano. Em 2005, Michel ainda fez parte do elenco do São Paulo campeão da Libertadores
O atacante uruguaio Santiago "Morro" Garcia foi pego no exame antidoping por uso de cocaína em partida entre o Nacional e Defensor, pelas finais do Campeonato Uruguaio 2010/2011, em junho. A prova foi divulgada quando ele já estava no Atlético-PR. Sem brilhar no time rubro-negro, ele foi devolvido ao Nacional em 2012
ídolo de clubes do Rio, como Botafogo e Fluminense, e titular da Seleção na Copa do Mundo de 1974, Paulo César Caju se entregou para as drogas após o fim de sua carreira. Desanimado após ter largado o futebol, Caju experimentou cocaína e disse que permaneceu viciado na droga durante 15 anos. O ex-atleta se viciou também em bebida alcoólica
Com passagem em times como Corinthians, Vasco e Portuguesa, o atacante Régis Pitbull viu sua carreira ser interrompida pelo consumo de crack. O atleta chegou a passar em duas clínicas de reabilitação. Na primeira foi expulso por agredir outro homem internado no local. Na segunda, permaneceu até o início de 2012. Quando deixou a clínica recebeu ajuda da Ponte Preta, clube em qual despontou para o cenário nacional. Porém, acabou não vingando na equipe campineira
O ex-atacante Reinaldo, ídolo do Atlético-MG na década de 70, chegou a ser condenado, em 1997, a quatro anos de prisão por envolvimento com tráfico de cocaína. O processo teve início no ano anterior, quando três pessoas foram presas em flagrante no carro do ex-jogador com 660 gramas da droga. Eles afirmaram que Reinaldo costumava emprestar o automóvel. O ex-atleta confessou o vício, mas negou envolvimento com o tráfico. Ele recorreu e acabou absolvido
Quando atuava no Fluminense, o zagueiro Renato Silva fez um exame antidoping durante partida contra o Volta Redonda, no Campeonato Carioca de 2007, em que foi constatada a presença de THC (tetrahidrocanabinol) em seu organismo, substância química da maconha. Na ocasião, o atleta assumiu ter fumado a droga ilícita e pegou 120 dias de suspensão como pena
O jovem goleiro Rodolfo, 21 anos, foi pego no exame antidoping na partida contra o CRB, pela quinta rodada da Série B de 2012, e teve resultado positivo para cocaína. O atleta acabou suspenso por dois anos, se internou em uma clínica de reabilitação e conta com o apoio do Atlético-PR para se recuperar. "Sou dependente químico há seis anos. Venho de pai e mãe humildes. Quando tinha 15 anos tive o meu primeiro contato com as drogas. Daí então consegui me controlar, mas em alguns anos eu voltei a usar", disse Rodolfo na época
Em bom momento na Portuguesa, o atacante Vaguinho acabou pego no doping por uso de maconha no Brasileiro Série B, em 2007, em partida contra o Paulista, em Jundiaí. O jogador teve o contrato renovado com a equipe lusitana, mesmo com suspensão de 120 dias.
Promessa vascaína em 2006, o atacante Valdiram acabou se perdendo na carreira. Afastado do clube cruzmaltino por atos de indisciplina, o atleta passou por diversas equipes menores, mas viu sua carreira se perder ao longo do tempo pelos gastos com bebida, mulheres e drogas. O fundo do poço aconteceu no início de 2011, quando ficou cinco meses consumindo cocaína todos os dias. O atleta acabou se internando em uma clínica de reabilitação, ligada a uma igreja evangélica. Em 2013, assinou contrato com o Bangu, mas sofreu para se recuperar de contusão no joelho