0
Logo do Jogos Pan-Americanos
Foto: terra

Jogos Pan-Americanos

Ana Marcela confirma favoritismo e vence a maratona aquática

Viviane Jungblut terminou na terceira colocação, conquistando a medalha de bronze e fazendo a dupla brasileira no pódio

4 ago 2019
20h49
atualizado às 21h23
  • separator
  • 0
  • comentários
  • separator
Em um domingo cheio de medalhas para o Brasil nos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru, a primeira de ouro do dia foi na maratona aquática. Maior vencedora de provas em águas abertas, Ana Marcela Cunha conquistou o ouro da prova de 10km com o tempo de 2h00min51s9, mais de 31 segundos à frente da argentina Elisabeth Biagioli, e trouxe uma medalha inédita para o País.

"Essa é a primeira medalha de ouro na história da maratona aquática, a gente vinha de duas pratas com a Poliana (Okimoto). Acho que ela abriu muito o caminho para a gente. Eu espero continuar seguindo esse mesmo caminho em busca de uma medalha olímpica também. Acredito que esse resultado é fruto do investimento que a gente tem hoje no Rio de Janeiro, no CT do Maria Lenk. É uma conquista do Time Brasil", disse.

Ana Marcela Cunha e Viviane Jungblut fizeram dobradinha brasileira na maratona aquática no Pan
Ana Marcela Cunha e Viviane Jungblut fizeram dobradinha brasileira na maratona aquática no Pan
Foto: Wander Roberto / COB / Divulgação

"Muito feliz, não tinha nenhuma medalha de Pan. É minha terceira edição competindo e estou feliz de sair hoje (domingo) com a de ouro", completou Ana Marcela Cunha. Viviane Jungblut terminou na terceira colocação, conquistando a medalha de bronze e fazendo a dupla brasileira no pódio.

Outras medalhas do Brasil neste domingo foram as primeiras do atletismo. No início de uma manhã chuvosa em Lima, foram disputadas as provas masculina e feminina dos 20km da marcha atlética. Erica Sena completou a prova na terceira colocação, garantindo a medalha de bronze, enquanto que Caio Bonfim conquistou a prata.

"Foi uma prova dura com piso molhado, arbitragem sem tanta experiência. Tive que fazer uma prova estratégica. Mas, graças a Deus, consegui me manter no pelotão e desgarrei quando tinham apenas três. Virei a última volta em primeiro, mas preferi manter a técnica e não arriscar muito para não ser eliminado, como aconteceu comigo em 2011. Dedico essa medalha à minha esposa que está com meu filho que nasceu há uma semana", disse Caio Bonfim.

Veja também:

Os nomes que ficaram fora entre os 10 melhores do mundo da Fifa
Estadão
  • separator
  • 0
  • comentários
publicidade