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'Fantasma' do doping não assombrou Paris; entenda como organização reduziu casos

Problema é recorrente na história dos Jogos Olímpicos

11 ago 2024 - 16h22
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Os casos de doping são recorrentes na história dos Jogos Olímpicos. Ao longo do tempo, das 159 medalhas que já foram retiradas em Olimpíadas, a maioria tem o doping como motivo. Mas o assunto, que costuma ter grande espaço no debate olímpico, ficou em segundo plano em Paris. Para isso, um grande esforço em equipe foi adotado antes do início das competições.

Somente dois atletas foram cortados às vésperas dos Jogos em todas as delegações, entre eles, o maratonista brasileiro Daniel Nascimento. E outros dois casos de doping foram registrados até agora, envolvendo um judoca iraniano e uma jogadora de vôlei dominicana. Em Atenas-2004, por exemplo, foram 25 casos de doping, sendo que oito campeões olímpicos perderam a medalha.

O reduzido número de casos de doping nas Olimpíadas de Paris foi resultado de um trabalho que envolveu várias entidades, como a Agência Mundial Antidoping (WADA), a Agência Internacional de Testes (ITA) e a Agência Francesa Antidoping (AFLD), além, é claro, do Comitê Olímpico Internacional (COI).

A ITA é uma autoridade especializada independente que foi delegada em 2019 pelo COI como a responsável pela organização e gestão dos testes antidoping nos Jogos Olímpicos. Para as Olimpíadas de Paris, mais de 1 mil pessoas foram mobilizadas para atuar nas diversas fases do antidoping.

Cerca de 360 funcionários franceses e do exterior coletaram amostras nos espaços dedicados ao controle antidoping que foram instalados em cada local de competição. Segundo o site oficial dos Jogos de Paris, todos são treinados em controles antidoping e muitos deles já trabalharam nestas tarefas para agências nacionais antidopagem. As amostras recolhidas foram transferidas para o único laboratório credenciado pela Agência Mundial Antidoping na França, o Laboratório Antidopagem Francês (LADF).

Além disso, a organização dos Jogos realizou um trabalho paralelo junto aos atletas, fornecendo uma série de materiais educativos. Cada estação de controle antidoping disponibilizou cartazes e ferramentas para compartilhar informações sobre regulamentos e direitos antidoping.

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