PUBLICIDADE

Americano despista sobre "carreiras" no bobsled e no rodeio

23 fev 2014 08h12
ver comentários
Publicidade

Na disputa da Olimpíada de Inverno de 2014, em Sochi (Rússia), o americano Nick Cunningham é um candidato secundário a medalhas no bobsled masculino. No entanto, depois das competições, o piloto do trenó Estados Unidos II entre os quartetos pode até deixar a modalidade para virar... Peão de rodeio.

Dallas Robinson e Nick Cunningham fazem graça na competição do bobsled
Dallas Robinson e Nick Cunningham fazem graça na competição do bobsled
Foto: Reuters

É o que diz o material de divulgação da organização da Olimpíada, segundo o qual Cunningham “tem considerado uma carreira no rodeio depois dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2014”. O próprio americano, no entanto, deixa claro que a coisa não está tão decidida assim.

“É uma maneira de limpar minha cabeça, de descansar com meus amigos”, contou Cunningham, sorridente, colocando as visitas às montarias entre seus hobbies. “Eu me cerco de amigos nos Estados Unidos, no Texas e na Califórnia”, disse ele.

Cunningham, 28 anos, tem uma vida paralela ao bobsled das mais curiosas. Com dois diplomas universitários, em engenharia e em comunicação, ele trabalha na primeira carreira, além de ser da Guarda Nacional de Nova York, uma divisão do Exército americano. No esporte, foi o 13º colocado entre os quartetos masculinos na Olimpíada de Inverno de 2010, em Vancouver (Canadá).

Pussy Riot divulga videoclipe contra Putin:

Nas provas deste sábado, o desempenho do trenó de Cunningham foi modesto. O time é o 11º entre as 30 equipes na disputa, com tempo de 1min51s09 após duas baterias – a liderança é do trenó Rússia I, com 1min50s19 na somatória de suas descidas. A situação poderia ser melhor se o time americano não tivesse sofrido uma quebra na primeira descida.

“Viemos para cá com intenções de medalhas”, disse ele. “Meu D-ring (uma peça do sistema de direção do trenó) se quebrou na Curva 7 da primeira descida. Uma vez que conseguimos consertá-la, isso ajudou na direção e na minha confiança”, completou.

Longe das chances de medalha, Cunningham agora torce para que um compatriota confirme seu favoritismo: Steven Holcomb, campeão olímpico em 2010. “Ele tem sido um mentor para mim”, disse.

Fonte: Terra
Publicidade
Publicidade