Verdade ou Mentira: esses jogadores realmente passaram por esses clubes?
Neste 1º de abril, em que é celebrado o Dia da Mentira, relembre as especulações mais absurdas (e algumas nem tanto) do futebol brasileiro
A capacidade do futebol de mexer com as emoções de milhões de torcedores é indiscutível. De contratações históricas, como Ronaldo Fenômeno no Corinthians ou Ronaldinho Gaúcho no Atlético-MG, à especulação do absurdo, a simples menção a ídolos é capaz de abalar até o mais cético dos fãs.
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Neste 1º de abril, em que é celebrado o Dia da Mentira, o Terra relembra algumas das contratações --ou especulações de nomes que nem chegaram a pisar no País-- mais bizarras do futebol brasileiro.
- Grêmio - Edinson Cavani
Após a despedida do uruguaio Luis Suárez no fim da temporada de 2023, a diretoria do Tricolor Imortal passou a procurar por um camisa 9 do mesmo calibre. Foi então que o nome de Cavani, ex-PSG, Manchester United e à época no Boca Juniors (onde permanece até hoje) ganhou força.
Mesmo sem qualquer sinal de acerto com o clube gaúcho, o uruguaio, que havia até posado com as cores do Grêmio na Copa América de 2019, seguia nos sonhos do torcedor. Foi necessária uma bronca do então técnico Renato Gaúcho à imprensa para que o assunto passasse a ser dado por encerrado.
- Athletico-PR - Lothar Matthäus
Em janeiro de 2006, o Furacão assinava com treinador Lothar Matthäus, um dos maiores jogadores da história da seleção alemã, campeão mundial em 1990 e bola de ouro. O 'casamento' durou cerca de dois meses, ou melhor, oito jogos, sendo seis vitórias e dois empates. Até que, em março, ele retornou à Alemanha, sob o pretexto de problemas pessoais, e abandonou o trabalho no clube paranaense.
À época, a imprensa noticiou que o alemão deixou o Brasil a pedido da então esposa, que estaria enciumada da presença do marido no Brasil. Matthäus ainda teria brigado com um fotógrafo em um saguão de hotel no País. Anos depois, ele se desculpou e falou sobre o desejo de voltar a treinar o Furacão.
- Santos - Schweinsteiger
Em 2017, o Peixe tentou um movimento ousado ao sondar ninguém menos que o multicampeão Bastian Schweinsteiger, à época em baixa no Manchester United, a pedido do treinador Dorival Junior. Os 'valores assustaram' a sonhadora diretoria santista, já que o salário do alemão beirava R$ 3 milhões mensais, enquanto o limite da folha salarial do Peixe era de 'míseros' R$ 200 mil.
- Flamengo - Batistuta
No final da década de 1990, o flamenguista testemunhou sinais promissores com a parceria entre o Rubro-Negro e a ISL, à época considerada a maior empresa de marketing esportivo do mundo. O acordo prometia levar ao clube jogadores renomados, entre eles, Seedorf, Rincón e o argentino Gabriel Batistuta.
Porém, a possível contratação virou piada quando, no lugar do argentino, o clube anunciou Tuta, vindo do Vitória. Entre os rivais, a zoeira era de que Batistuta havia sido contratado 'em parcelas': "Agora só falta o Batis". Já sobre as promessas da ISL ao Flamengo, a única que vingou foi a vinda de Petkovic.
- Corinthians - Drogba
Quando o nome estrelado de Memphis Depay nem sequer chegava a ser considerado pelo corinthiano, os torcedores do Alvinegro Paulista sonharam, entre 2016 e 2017, com o astro marfinense Didier Drogba. O ídolo do Chelsea foi alvo de inúmeras especulações e, enquanto alguns interlocutores negam qualquer possibilidade de uma vinda do atacante, outros confirmaram que as negociações realmente aconteceram.
O caso ganhou tons cômicos quando o presidente Roberto de Andrade e a diretoria do Corinthians se deram por vencidos e publicaram uma nota entitulada de 'Valeu, Drogba!' para sinalizar o fim da negociação. No fim, o atacante assinou com o Phoenix Rising, da MLS, clube em que se aposentou em 2018.
