Veja 25 goleiros badalados que fracassaram em times grandes
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Goleiros são costumeiramente lembrados por seus trabalhos ingratos, e a posição costuma ser ainda mais ingrata em casos específicos. Não é raro ver um camisa 1 que surge como uma revelação, vira destaque em seu clube de origem e que não se dá bem ao se transferir para outra equipe. O Terra listou 25 casos de nomes que, por irregularidade, concorrência ou lesões, sofreram com a "maldição da transferência". Relembre:
Foto: Gazeta Press/Agência Lance / Gazeta Press
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Goleiros são costumeiramente lembrados por seus trabalhos ingratos, e a posição costuma ser ainda mais ingrata em casos específicos. Não é raro ver um camisa 1 que surge como uma revelação, vira destaque em seu clube de origem e que não se dá bem ao se transferir para outra equipe. O Terra listou 25 casos de nomes que, por irregularidade, concorrência ou lesões, sofreram com a "maldição da transferência". Relembre:Foto: Gazeta Press/Agência Lance / Gazeta Press
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O argentino Pato Abbondanzieri foi um dos principais goleiros da América do Sul na última década. Pelo Boca Juniors, conquistou três vezes o Apertura, uma vez o Clausura, quatro vezes a Libertadores, dois Mundiais... Consagrado, assinou em fevereiro de 2010 com o Internacional, aos 38 anos, também para dar experiência à posição. Porém, com a concorrência de Renan e Muriel, acabou passando muito tempo no banco. No fim do ano, no Mundial de Clubes, se aposentou.Foto: Getty Images
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Revelado pelo Toulouse, Fabien Barthez passou pelo Olympique de Marselha antes de se destacar pelo Monaco. De lá, foi para a seleção francesa que conquistou a Copa do Mundo de 1998 e a Eurocopa de 2000. No auge, chegou ao Manchester United para substituir Peter Schmeichel. Apesar do título inglês de 2001, passou a enfrentar um período de irregularidade, que lhe valeu o apelido de "Mãos de Manteiga". Em 2003, retornou ao Olympique de Marselha. Hoje, está aposentado.Foto: Getty Images
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O argentino Juan Pablo Carrizo foi revelado pelo River Plate e chegou à seleção de seu país em 2007. Como praxe nesta situação, chamou a atenção de clubes europeus. No mesmo ano, a Lazio tentou sua contratação, o que só conseguiu em 2008. Mas mesmo com o esforço na contratação, o técnico Delio Rossi acabou o colocando no banco no decorrer da temporada. Insatisfeito, reclamou publicamente e foi multado. Posteriormente, foi emprestado para o Zaragoza e para o próprio River.Foto: Getty Images
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Titular do Chile na Copa do Mundo de 1998, Nelson Tapia chegou ao Santos em 2004, já em fim de carreira, para dar experiência ao gol da equipe. Aos 37 anos, se desentendeu com seu então clube, o Cobreloa, para assinar o acordo de empréstimo por seis meses. Chegou e integrou o elenco campeão brasileiro, mas como reserva de Mauro. Ao fim do ano, retornou ao Chile - e ao Cobreloa. Em 2005, se aposentou.Foto: Getty Images
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Em 2005, o Santos investiu em mais um estrangeiro. Desta vez, o eleito foi Juan Carlos Henao, campeão da Libertadores do ano anterior pelo Once Caldas e que se destacava pelo jeito espalhafatoso. Henao assinou por um ano e irritou o Once Caldas, que acionou a Fifa para tentar receber a rescisão - sem sucesso. Porém, a troca de técnicos (Oswaldo de Oliveira, Alexandre Gallo e Nelsinho Baptista em um ano) fez com que ele atuasse apenas 13 jogos. Hoje, voltou ao Once Caldas.Foto: Getty Images
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Silvio Luiz foi revelado pelo Mirassol e acumulava passagens pelas Seleções de base quando passou a se destacar no emergente São Caetano. Em 2006, foi contratado pelo Corinthians, mas nunca conseguiu repetir as boas atuações e foi embora. Ainda passou pelo Vasco da Gama, mas também não deixou saudades. Após quase um ano afastado do futebol para tratar lesões, tentou a sorte no Juventude em 2010. Já em fim de carreira, acertou com o América-RJ em 2011.Foto: AFP
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Revelado pelo Grêmio, Diego surgiu para o futebol brasileiro no Juventude, onde ganhou a Bola de Prata da revista Placar em 2002 como melhor goleiro do Campeonato Brasileiro. Em 2003, foi vendido para o Atlético-PR, no qual foi vice-campeão da Libertadores em 2005. Em ascensão, chegou ao Fluminense, onde o caldo entornou: foram quase três anos no banco, vítima de lesões. Sem sucesso, foi para o Santo André e sumiu em 2009. Reserva, foi para o Leixões (POR), onde está.Foto: AFP
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O chileno Johnny Herrera chegou ao Corinthians em 2006, ainda em meio à euforia do título brasileiro do ano anterior, conquistado graças aos investimentos da MSI em Tevez, Mascherano e companhia. Inicialmente titular, virou segundo reserva após falhar no clássico contra o São Paulo pelo Campeonato Paulista. Foi embora em 2007 para o Everton de Viña del Mar. Em 2009, se envolveu em um acidente de trânsito, que resultou na morte de uma mulher. Hoje, está na Universidad de Chile.Foto: AFP
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Renan fez sucesso no Avaí, chegando à Seleção Brasileira com o técnico Mano Menezes. Após uma atuação empolgante contra o São Paulo na Copa do Brasil (derrota por 1 a 0 no Morumbi), chamou também a atenção do Corinthians, que o contratou no começo de junho. Porém, falhou contra Cruzeiro e América-MG, e virou terceiro goleiro após apenas três jogos. Hoje, disputa posição com o jovem Danilo Fernandes para saber quem fica no banco de Júlio César na equipe paulista.Foto: Petra Mafalda/Mafalda Press / Gazeta Press
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Rustu Recber chegou ao Barcelona em 2003, em um período de entressafra no gol do time catalão. Destaque do Fenerbahce e da seleção da Turquia por quase uma década, Rustu era disputado por gigantes da Europa antes do acerto. O turco chegou a se machucar antes da estreia, mas se recuperou - mesmo assim, Frank Rijkaard optou por escalar o jovem Victor Valdés no início da temporada, já que a comunicação com o reforço ainda era ruim. No fim da temporada, voltou ao Fenerbahce.Foto: AFP
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Ídolo do Corinthians entre 1988 e 1998, Ronaldo deixou o clube sem contrato após a chegada de Vanderlei Luxemburgo ao Parque São Jorge. Acabou reforçando o Fluminense, que disputaria a Série B. Estreou com um derrota para o Juventus por 1 a 0 em Osasco e daí em diante o time não se firmou - nove jogos depois, estava na Série C. Ronaldo, por sua vez, foi para a Inter de Limeira, e iniciou sua peregrinação - porém, sem jamais justificar a badalação dos tempos de Corinthians.Foto: Gazeta Press
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Aldo Bobadilla foi o grande nome do gol do Paraguai após José Luiz Chilavert deixar a seleção do país. Seguro, passou por times como Cerro Porteño, Libertad e Boca Juniors, além de ter disputado a Copa do Mundo de 2006. Quando chegou ao Corinthians, porém, já tinha 34 anos, e nem sequer conseguiu atuar. Apesar de aparecer como o substituto de Felipe, ele perdeu espaço para Júlio César. Hoje, leva sua experiência e currículo respeitável ao Olimpia, do Paraguai.Foto: Getty Images
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Carini foi revelado pelo Danúbio e precocemente negociado com a Juventus em 2000. Passou pela Bélgica com algum sucesso, mas nunca justificou a badalação na Itália. Defendeu ainda a Inter de Milão entre 2004 e 2007, com um empréstimo para o Cagliari, mas jogando pouco em três anos. Depois de ir ao Murcia (ESP), chegou ao Atlético-MG como candidato a resolver o problema crônico de goleiros do time nos últimos anos. Não se firmou, e hoje está no Peñarol, sem ser titular.Foto: Getty Images
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Poucos goleiros no Brasil são tão questionados quanto Doni nos últimos anos. Vice-campeão paulista pelo Botafogo de Ribeirão Preto em 2001, jogou pelo Corinthians entre 2001 e 2003, e sempre foi criticado pela torcida por sua irregularidade. A sina se repetiu no Santos (2004) e no Cruzeiro (2004 a 2005). No Juventude, em 2005, atuou ao lado do zagueiro Antônio Carlos, que o indicou à Roma. Hoje, depois de passar pela Seleção, deu a volta por cima e está no Liverpool.Foto: Getty Images
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Fábio Costa teve anos promissores no início de carreira, por Vitória e Santos, e que poderiam levá-lo com frequência à Seleção Brasileira - o temperamento, porém, dificultou suas convocações. Depois de passar pelo Corinthians com sucesso em 2005 e de voltar ao Santos, foi levado por Vanderlei Luxemburgo ao Atlético-MG em 2010, onde seria titular. Sofreu com lesões, não emplacou, e hoje está sem clube. Mesmo assim, recebe salários do Santos em dia.Foto: Agência Lance
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Presença constante na seleção do Uruguai, Juan Castillo também não é um nome querido pela torcida do Botafogo. Em 2008, o clube tentava emplacar um nome no gol, e tentou com Renan, Roger e Jefferson - que, posteriormente, viria a se firmar. Castillo foi uma dessas tentativas, e apesar da pompa de sua vinda do Peñarol, acabou saindo de forma discreta. Hoje, está no Colo-Colo, do Chile.Foto: Getty Images
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O goleiro Márcio surgiu como uma promessa nas categorias de base do São Paulo. Sem conseguir disputar vaga com Rogério Ceni ou seu então reserva Roger, iniciou uma verdadeira peregrinação por clubes do Brasil: Paulista, Grêmio, Paysandu, Ituano, Grêmio Barueri, Grêmio Prudente... Alternando boas e más atuações, ganhou uma chance no Atlético-PR no início de 2011, mas uma sequência ruim de jogos o colocou na reserva do jovem Renan Rocha.Foto: Ricardo Matsukawa / Terra
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Cria das categorias de base do Internacional, Renan surgiu como o natural herdeiro do posto de Clemer após a conquista do Mundial de Clubes de 2006. Com regularidade, herdou a posição do veterano, ganhou chance na Seleção Brasileira e se destacou até 2008, quando foi negociado com o Valencia. Na Espanha, porém, a falta de sequência atrapalhou sua ascensão. Diante da concorrência de Timo Hildebrand e César Sanchez, foi emprestado ao Xerez. Hoje, voltou ao Inter, onde busca paz.Foto: Jefferson Bernardes/Vipcomm / Divulgação
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O argentino Sebastián Saja foi campeão da Copa Mercosul em 2001 aos 22 anos e logo despertou a cobiça de clubes europeus. Do San Lorenzo, iniciou uma peregrinação por Brescia, Rayo Vallecano, América do México e Córdoba-ESP. Longe de seus melhores dias, chegou ao Grêmio em 2007 e, inicialmente, não decepcionou - chegou a marcar um gol de pênalti no Brasileiro. O clube de Almagro, porém, não renovou seu empréstimo, e Saja acabou frustrando a torcida gremista ao ir embora.Foto: Getty Images
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Shay Given, irlandês, poderia se tornar um dos maiores goleiros do mundo se não tivesse levado a pior em uma negociação. Astro do Newcastle por uma década, foi para o emergente e bilionário Manchester City em 2009. Porém, mesmo diante dos constantes investimentos no elenco, o clube encontrou sua solução em Joe Hart, que voltou de empréstimos e se firmou. Sem espaço, Shay Given transferiu-se para o Aston Villa, e lá se encontra atualmente aos 35 anos.Foto: Getty Images
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Ricardo Tavarelli foi campeão da Libertadores de 2002 pelo Olimpia e passou a ser especulado em clubes do Brasil. Em 2004, foi para o Grêmio, que buscava um substituto à altura para Danrlei. O paraguaio foi uma das tentativas, assim como Márcio, Andrey e Rodrigo Galatto. Resultado: o time foi rebaixado no Campeonato Brasileiro sem um titular absoluto do gol, e Tavarelli voltou para o Olimpia em 2005. No mesmo ano, aposentou-se jogando pelo Sportivo Luqueño.Foto: Getty Images
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Depois de um início discreto de carreira por Juventus e Corinthians, Tiago virou um dos principais nomes da Portuguesa em 2007, fazendo defesa e gols na Série A-2 do Campeonato Paulista e na Série B do Campeonato Brasileiro. Promovido em ambos os campeonatos, foi para o Vasco da Gama em 2008 para ser titular. Porém, com a chegada de Fernando Prass, foi perdendo espaço até ser emprestado ao Bahia. No clube, a irregularidade também custou seu espaço como titular.Foto: Gazeta Press
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Diego Cavalieri surgiu com muito talento no Palmeiras e passou a rivalizar com Marcos pelo posto de titular do clube. Em 2008, quando vivia grande fase e era especulado na Seleção Brasileira, foi para o Liverpool, onde mostrou pouca regularidade e foi para a reserva. De lá, foi para o pequeno Cesena, da Itália, de onde foi resgatado por Muricy Ramalho para integrar o Fluminense campeão brasileiro de 2010. Nas Laranjeiras, porém, enfrenta a concorrência de Ricardo Berna.Foto: Dhavid Normando/Photocamera / Divulgação
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Grande ídolo gremista nos últimos anos, Danrlei chegou ao Fluminense em 2004 pensando em ser titular e com relativa pompa. Porém, diante da concorrência de Kléber e de Fernando Henrique, ficou poucos meses na equipe. De lá, foi para o Atlético-MG, onde sua experiência não salvou o time de campanhas ruins no Campeonato Brasileiro - em 2005, o time foi rebaixado. Daí em diante, peregrinou por Beira-Mar (POR), São José-RS, Remo e Brasil de Pelotas. Hoje, aposta na política.Foto: Gazeta Press
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O goleiro Jean fazia atuações seguras por clubes como Vitória, Ponte Preta e Guarani, até que foi contratado pelo Corinthians em 2007 para levar experiência ao clube no Campeonato Brasileiro. Acabou perdendo espaço para o ascendente Felipe, contratado junto ao Bragantino. Engolido pela fraca campanha alvinegra naquele ano, foi atuar no futebol de Nordeste. Passou por Santa Cruz e Madre de Deus-BA, antes de acertar com o Itabuna em 2011.Foto: Marcelo Ferrelli / Gazeta Press
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