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Vasco se desculpa por publicar vídeo de acusado de agredir torcedor do Fluminense

Material foi divulgado nas redes sociais cruz-maltinas em provocação ao rival Flamengo pela vitória na Justiça pela realização de jogo pela Série B no Maracanã

29 jun 2022 - 16h29
(atualizado às 16h29)
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O Vasco publicou um pedido de desculpas em suas redes sociais nesta quarta-feira, após compartilhar um vídeo protagonizado por João Victor Correia Giffoni Hygino, vascaíno acusado de agredir Pedro Scudi, torcedor do Fluminense, em 2017. Na ocasião, Scudi foi espancado e sofreu sequelas graves.

"A Vasco TV lamenta que em vídeo veiculado ontem tenha sido utilizada, involuntariamente, a imagem de uma pessoa acusada de agressão. Tão logo a questão foi identificada, o vídeo foi retirado do ar. O Vasco da Gama pede desculpas pelo incidente e reafirma seu repúdio a qualquer tipo de violência e seguirá a lutar por respeito, igualdade e inclusão", diz a nota publicada pelo clube.

O vídeo em questão é uma provocação ao Flamengo por todo o imbróglio envolvendo o aluguel do Maracanã. Permissionário do consórcio que administra o estádio, o clube rubro-negro não queria deixar o Vasco utilizar o local para jogar contra o Sport no próximo domingo, mas os vascaínos conseguiram a liberação na Justiça.

Antes disso, os flamenguistas disseram que os argumentos do Vasco para sustentar o pedido de jogar no Maracanã eram baseados em uma "lógica de conversa de botequim". Para comemorar a decisão favorável e provocar o rival, o clube publicou nas redes sociais um vídeo no qual João Victor Hygino representa um garçom de boteco enquanto serve uma cerveja a uma pessoa fantasiada como Almirante, o mascote vascaíno. O material foi retirado do ar após reclamações feitas por torcedores.

Pedro Scudi foi atingido com barras de ferro em fevereiro de 2017 e ficou mais de 150 dias internado. Além disso, precisou passar por uma série de cirurgias e ainda possui sequelas graves deixadas pela agressão. Acusado de ter participado do ato, João Victor Correia Giffoni Hygino foi absolvido em abril de 2021, ao lado dos também acusados Diego Augusto Carvalho Ribeiro e Diogo Gabriel de Souza

Estadão
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