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Uefa dará "vaga extra" na 'Champions' apenas se campeão ficar de fora do G4

23 mar 2015 - 16h35
(atualizado às 16h35)
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O secretário-geral da Uefa, Gianni Infantino, esclareceu nesta segunda-feira que só haverá uma "vaga extra" nas competições europeias para a federação do vencedor da Liga dos Campeões ou da Liga Europa caso o clube campeão não consiga a classificação através dos campeonatos nacionais.

"O único caso no qual uma federação pode obter uma vaga adicional na próxima temporada de competições de clubes da Uefa é se um de seus times vencer ou a 'Champions' ou a Liga Europa e, ao mesmo tempo, não acabar o campeonato local ou a copa nacional em um posto que lhe garanta automaticamente participação nos torneios europeus", afirmou Infantino, após reunião o término da reunião do Comitê Executivo da entidade, realizada em Viena.

Uma federação que tenha quatro vagas na 'Champions', por exemplo, poderá aumentar a participação para cinco times apenas se um de seus clubes vença a competição na temporada anterior e fique de fora da zona de classificação do campeonato local para a edição seguinte.

A vaga extra não será aberta se campeão do torneio europeu ocupar uma das vagas para a 'Champions' garantida pela competição local.

"Se esse clube já está classificado para a 'Champions' via Liga Europa, então a federação segue com quatro vagas na competição. Se esse time já está classificado para a Liga Europa pela competição local, então haverá cinco equipes participando da 'Champions' e duas, não três, da Liga Europa", explicou.

Infantino também deu alguns detalhes sobre a nova divisão econômica para os clubes que participarem das competições europeias no ciclo 2015/2018, com um valor total de 2,24 bilhões de euros (cerca de R$ 7,75 bilhões).

De acordo com o novo modelo, serão distribuídos 1,25 bilhões de euros para os participantes da 'Champions' e 380 milhões de euros para os times que disputarem a Liga Europa.

O restante das receitas oriundas dos contratos de televisão será destinado aos pagamentos solidários e ao funcionamento da Uefa, que vai pedir a Fifa a inclusão de pelo menos mais uma seleção europeia na Copa do Mundo de 2018, disputada na Rússia.

"As melhores equipes devem estar nessa competição. Poderíamos ter exigido também mais vagas, mas uma é algo justo. O futebol não é como os Jogos Olímpicos, nos quais o importante é participar. No futebol, o importante é ganhar", afirmou Infantino.

A Fifa realizará em 25 de julho, em São Petersburgo, o sorteio preliminar para próximo Mundial. A Rússia tem vaga garantida como anfitriã, com a participação de outras 13 seleções europeias.

"O mínimo é o status quo", afirmou Infantino, concordando com o presidente da Uefa, Michel Platini, em entrevista concedida neste fim de semana à agência "APA", na qual criticou o presidente da Fifa, Joseph Blatter, de estar dando preferência às confederações menores para fortalecer seu poder.

A Uefa realiza amanhã, em Viena, seu congresso anual. Platini será reeleito para um terceiro mandato, em um pleito que também definirá o novo comitê executivo da entidade.

EFE   
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