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Tradicional, Peñarol conquistou penta da Libertadores "longe de casa"

21 jun 2011 - 13h32
(atualizado às 13h39)
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Dassler Marques
Diego Garcia
Direto de Santos

Rival santista na decisão da Copa Libertadores da América, o Peñarol-URU disputa a décima final do certame e é considerado uma das equipes mais tradicionais do continente. Pentacampeão, o time uruguaio tem no currículo a façanha de ter conquistado todos os cinco troféus atuando longe de casa. Vale lembrar que, nesta quarta-feira, o Santos será o mandante da partida decisiva, no Pacaembu.

A primeira taça do Peñarol foi erguida na primeira edição do mais importante torneio das Américas. Em 1960, o clube de Montevidéu celebrou o título diante de 35 mil torcedores rivais na cidade de Assunção, contra o Olimpia-PAR, após vitória por 1 a 0 no jogo de ida, no Uruguai. Cubilla marcou o gol do título, aos 38min do segundo tempo, em encontro que terminou com empate por 1 a 1.

No ano seguinte, o Peñarol voltou a conquistar o título fora de casa, desta vez em São Paulo. Contra o Palmeiras, de Djalma Santos, Julinho Botelho e Chinezinho, o time uruguaio arrancou um empate por 1 a 1 no Pacaembu - mesmo local da decisão deste ano - e sagrou-se campeão, já que tinha vencido o jogo de ida por 1 a 0.

O terceiro título veio em 1966, mas desta vez não como visitante. Após vitória por 2 a 0 em Montevidéu e derrota por 3 a 2 em Buenos Aires, o Peñarol derrotou o River Plate-ARG por 4 a 2 no confronto decisivo, em campo neutro, realizado no Estádio Nacional, em Santiago. Spencer, herói dos dois primeiros títulos, voltou a brilhar e marcou três gols nas finais.

Dezesseis anos depois, em 1982, o time uruguaio celebrou o tetra, novamente atuando nos domínios adversário. No mesmo Estádio Nacional de Santiago, o Peñarol bateu o Cobreloa-CHI por 1 a 0, com o gol do título sendo marcado aos 44min do segundo tempo, por Morena. O duelo de ida terminara em empate sem gols, em Montevidéu - mesmo placar da final de 2011, contra o Santos.

Para completar, a equipe uruguaia ergueu seu quinto e último troféu no ano de 1988, outra vez em solo chileno. O Peñarol sucumbiu na primeira partida por 2 a 0 contra o América-COL, em Cali, triunfou no segundo jogo por 2 a 1, no Uruguai, e conquistou o penta com gol no último minuto da etapa complementar da prorrogação, marcado por Aguirre, em duelo disputado em campo neutro - de novo no Estádio Nacional, em Santiago.

Além dos cinco títulos, o Peñarol também foi vice da Libertadores em quatro oportunidades, sendo apenas uma delas como visitante - em 1983, contra o Grêmio, no Olímpico. O time uruguaio também perdeu a final em campo neutro nos anos de 62 e 65, para Santos e Independiente-ARG, respectivamente. Ainda caiu em 1970 para o mesmo time argentino, desta vez em Montevidéu.

Em 2011, o tradicional clube uruguaio volta a disputar uma decisão de Libertadores após 24 anos. Contra o Santos, o Peñarol tem a árdua tarefa de precisar vencer diante de um Pacaembu lotado e ansioso por um título que não é conquistado há quase meio século pelo time da Vila Belmiro. Os dois rivais se confrontam na próxima quarta-feira, às 21h50 (de Brasília).

Confira todos os títulos do Peñarol na Libertadores conquistados fora de casa:

1960: Assunção-PAR - Olimpia-PAR 1 x 1 Peñarol

1961: São Paulo-BRA - Palmeiras 1 x 1 Peñarol

1966: Santiago-CHI - River Plate-ARG 2 x 4 Peñarol

1982: Santiago-CHI - Cobreloa-CHI 0 x 1 Peñarol

1987: Santiago-CHI - América-COL 0 x 1 Peñarol

Durval abre os braços para não cometer falta e permite a passagem de Juan Manuel Olivera, do Peñarol
Durval abre os braços para não cometer falta e permite a passagem de Juan Manuel Olivera, do Peñarol
Foto: Getty Images
Fonte: D.S. Garcia & Cia Ltda - Especial para o Terra D.S. Garcia & Cia Ltda - Especial para o Terra
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