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Romário admite que deve ser candidato ao governo do Rio

26 set 2017
00h22
atualizado às 07h39
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A pouco mais de um ano do início da campanha eleitoral, e com o quadro de candidatos ainda longe de uma definição, o senador Romário (Podemos-RJ) já se confirmou como pré-candidato ao governo do estado do Rio de Janeiro. Em entrevista ao Sportv, o Baixinho confirmou que deverá estar no pleito.

"Bem provável que eu seja um candidato. Teremos reuniões dentro do partido. Hoje sou pré (candidato)", disse o ex-atacante.

Atualmente senador e com atuação destacada na CPI do Futebol, o ex-atacante Romário é pré-candidato ao governo do Estado do Rio de Janeiro.
Atualmente senador e com atuação destacada na CPI do Futebol, o ex-atacante Romário é pré-candidato ao governo do Estado do Rio de Janeiro.
Foto: Reprodução/Instagram

O mandato de Romário como senador irá até o fim de 2022. Assim, mesmo se fosse derrotado nas eleições de 2018, o Baixinho ainda teria o cargo garantido. No final do mês de junho, o ex-jogador anunciou sua desfiliação do PSB para integrar o partido Podemos, que substituirá o PTN.

Em cenário no qual o atual prefeito Marcelo Crivella, cujo mandato à frente do governo municipal vai até 31 de dezembro de 2020, não participe das eleições para governador, o que se apresenta como provável no momento, Romário tem liderado as pesquisas primárias de intenção de votos. Caso se confirme como candidato, o ex-atleta poderá concorrer com Bernardinho, ex-treinador da Seleção Brasileira de vôlei.

Ainda em entrevista ao Sportv, Romário foi questionado sobre o famoso 'voo da muamba', sub sua perspectiva atual de senador da República. Em 1994, o avião que transportou a Seleção Brasileira campeã da Copa do Mundo nos Estados Unidos, pousou no Rio de Janeiro no dia 20 de julho, com 14,4 toneladas de bagagem. Na ida, o voo tinha levado apenas 3,4 toneladas.

Como todos os brasileiros que regressam do exterior, a delegação teria que prestar contas à Receita Federal. Mas, sob o argumento de que a cidade aguardava os craques para festejar e ameaças de suspender o encontro com o então presidente Itamar Franco, dirigentes e atletas conseguiram impedir a inspeção das bagagens.

"Na verdade hoje eu não participaria daquilo, como não participaria de várias outras coisas de quando eu era jogador. Não que eu me arrependa, longe disso. É que eu, dentro da política, sei que coisas podem ser feitas e outras não. Como eu falei, o jogador de futebol fica alienado quando está jogando, A gente trouxe (várias coisas sem tributação e de forma ilícita) porque deixaram a gente trazer. Eu não coloquei pistola na cabeça de ninguém. Eu até trouxe poucas coisas, tem gente que trouxe uma boate toda, como o Ricardo Teixeira. Mas só trouxemos porque deixaram trazer. A gente pediu, eles disseram pode levar, e a gente trouxe", completou.

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