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Futebol

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Roger Machado abre o jogo e revela seu time de coração

26 ago 2026 - 13h31
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Resumo
Em entrevista à Rádio Gre-Nal, o técnico Roger Machado revelou abertamente que é torcedor do Grêmio, clube onde construiu grande parte de sua trajetória como jogador e treinador. O comandante ressaltou que a preferência pessoal não interfere em suas decisões profissionais e afirmou não ter arrependimentos sobre sua passagem de 18 meses pelo Internacional, declarando ter orgulho do trabalho realizado no rival gaúcho.

Livre no mercado da bola desde que encerrou seu trabalho no São Paulo, Roger Machado falou abertamente sobre sua ligação com a dupla Gre-Nal. O treinador abordou um tema que sempre gerou curiosidade entre os gaúchos e confirmou que é torcedor do Grêmio, equipe onde consolidou grande parte de sua trajetória no esporte.

Foto: Roger Machado no comando do Internacional ( Ricardo Duarte/Internacional) / Gávea News

A declaração ocorreu em entrevista concedida aos microfones da Rádio Gre-Nal. No contato com a emissora, o ex-lateral explicou que essa proximidade é um processo natural, já que viveu o dia a dia da instituição por muitos anos, atuando primeiro dentro de campo e, posteriormente, na casamata.

Sem desviar do assunto, o comandante utilizou a oportunidade para cravar a sua preferência: "Para que não se tenha dúvida, eu sou gremista, sim. Minha vida toda foi ali dentro. Construí minha personalidade ligada às cores do clube".

Contudo, o profissional ponderou que o sentimento não interfere em suas escolhas no mercado. Ele falou que a rotina no comando de equipes de futebol demanda um perfil focado e pragmático, completamente desvinculado das paixões de arquibancada.

Essa separação técnica foi o que o levou a aceitar o convite do Internacional, onde trabalhou entre 2024 e 2025. O contrato no Beira-Rio durou cerca de dezoito meses, sendo um período acompanhado de muita repercussão na mídia devido ao seu histórico no maior rival.

Sobre a experiência no lado vermelho de Porto Alegre, o técnico garantiu não guardar qualquer arrependimento. "Como profissional, a gente leva uma vida como atleta e outra como treinador. Tenho orgulho de ter trabalhado no Inter e fui muito bem recebido dentro do clube", afirmou.

Ele também admitiu que a sua contratação gerou apoio de alguns colorados e desconfiança de outros durante o período. "Também, de certa forma, teve quem apoiou a minha vinda e outros nem tanto. Mas foram 18 meses dentro do Inter", completou.

Gávea News
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