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Pelé adere à campanha em protesto contra o racismo

Movimento #BlackOutTuesday pede um momento de reflexão após morte de George Floyd nos EUA

2 jun 2020
18h44
atualizado às 18h57
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Maior nome da história do futebol, Pelé aderiu nesta terça-feira à iniciativa #BlackOutTuesday, que pede um momento de reflexão e protesto contra o racismo. A ideia surgiu após o assassinato de George Floyd, um homem negro de 40 anos, em Minneapolis, nos Estados Unidos, em 25 de maio.

Pelé adere à campanha em protesto contra o racismo
Pelé adere à campanha em protesto contra o racismo
Foto: LANCE!

Pelé participou da ação ao publicar uma imagem toda preta em seu perfil no Instagram, seguindo as instruções dos organizadores do movimento, que pedem para que nenhuma outra atividade seja realizada nas redes sociais nesta terça-feira.

A iniciativa, liderada por estrelas da indústria musical, contou com a participação de outras importantes personalidades do esporte, como os ex-boxeadores Mike Tyson e Evander Holyfield, o ex-velocista Usain Bolt, os jogadores de basquete LeBron James e Stephen Curry e a tenista Naomi Osaka, a atleta mais bem paga do mundo em 2019. O atacante Neymar também protestou contra o racismo nesta terça-feira.

"2 de junho de 2020. Sem postagens nas redes sociais. Somente postem uma imagem toda preta em todas as plataformas. Suspendam todas as transmissões em todas as plataformas de música e no YouTube por um dia. Cancelem, encerrem, suspendam as participações em estúdios de dança, classes e reuniões. Encontrem maneiras de ajudar sua comunidade. Reforce seu conhecimento sobre as relações raciais contemporâneas e a história sócio-política e econômica dos negros nos Estados Unidos #VidasNegrasImportam #OShowPrecisaSerPausado", escreveu Osaka em seu perfil no Instagram.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

#blackouttuesday

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Os protestos contra o racismo estão acontecendo com intensidade após o assassinato do ex-segurança negro por um policial branco. A morte de Floyd causou uma série de manifestações em todo o território norte-americano. O oficial Derek Chauvin ficou durante 8 minutos e 46 segundos pressionando o pescoço do homem negro de 40 anos com o joelho. Imagens foram divulgadas e o policial acabou demitido, acusado de assassinato e homicídio culposo (quando não tem a intenção de matar).

Estadão
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