Em entrevista publicada nesta segunda-feira pelo site da Fifa, o atacante Neymar afirmou que sonha conquistar a Copa do Mundo de 2014 e espera realizar tal desejo com uma vitória sobre a Argentina, de Lionel Messi.
"Ele e eu conversamos sobre uma possível final entre Brasil e Argentina. Mas com o Brasil sendo campeão, é lógico", disse Neymar. "Sempre torci por ele e, agora que o conheço, ainda mais. Tenho a sorte de estar perto dele todos os dias e quero que ele se saia bem em tudo", acrescentou o brasileiro, em tom elogioso.
Neymar também contou sobre a experiência de enfrentar a Espanha na final da Copa das Confeferações, em junho do ano passado. Na época, Neymar já estava negociado pelo Santos com o Barcelona e enfrentou naquela partida alguns de seus futuros companheiros de equipe.
Neymar acerta o ângulo e marca belo gol na volta ao Barcelona:
"Foi diferente jogar uma final contra os meus futuros companheiros naquele momento. Hoje até já falamos sobre tudo aquilo. Foi uma felicidade enorme ganhar a Copa das Confederações", declarou.
Neymar também falou sobre a chegada do técnico Luiz Felipe Scolari. Segundo o atacante, a Seleção Brasileira acabou criando um identidade própria.
"Não sei o que mudou. Acho que a equipe criou uma identidade própria. Precisávamos de tempo para treinar e nos conhecer melhor, para que o nosso jogo fluísse. Tivemos isso na Copa das Confederações e tudo deu certo. A união que existia no grupo, tanto dentro quanto fora de campo, foi incrível e isso nos motivou ainda mais a nos esforçar uns pelos outros. Isso nos ajudou a ganhar o título", acrescentou.
Prometendo "23 guerreiros lutando pelo Brasil" durante o Mundial, Neymar encerrou à entrevista mostrando bastante confiança com as chances da Seleção. Quando solicitado para completar a frase "Em 2014, Neymar será...", ele foi enfático: "campeão da Copa do Mundo", finalizou, sorrindo.
Reencontro do torcedor do Internacional com o Beira-Rio, que reabriu para evento-teste e recebeu 10 mil sócios no jogo contra o Caxias, foi marcado pela emoção
Foto: Edu Andrade / Fatopress / Gazeta Press
Torcedores colorados se sentiram à vontade na "casa reformada", mas estranharam alguns pontos como a obrigação de assistir à partida sentado
Foto: Edu Andrade / Fatopress / Gazeta Press
Inter goleou o Caxias por 4 a 0 na reabertura do Beira-Rio
Foto: Ricardo Rímoli / Agência Lance
Na saída da avenida Beira-Rio, a falta de calçamento fica evidente
Foto: Luís Felipe dos Santos/Terra
Jovens torcedores do Genoma Colorado se preparam para entrar em campo
Foto: Luís Felipe dos Santos/Terra
Cenário ainda é de canteiro de obras
Foto: Luís Felipe dos Santos/Terra
Muitos acessos permaneceram fechados
Foto: Luís Felipe dos Santos/Terra
O gramado resistiu bem ao primeiro teste
Foto: Luís Felipe dos Santos/Terra
Telões ficaram acesos por muito pouco tempo
Foto: Luís Felipe dos Santos/Terra
Portões do estádio abriram às 17h30
Foto: Luís Felipe dos Santos/Terra
Cerca de 250 torcedores do Caxias foram ao jogo
Foto: Luís Felipe dos Santos/Terra
Acesso ao edifício-garagem, com vista para o Beira-Rio, estava bloqueado
Foto: Luís Felipe dos Santos/Terra
A tradicional capela Nossa Senhora das Vitórias, cercada por máquinas
Foto: Luís Felipe dos Santos/Terra
Na entrada dos torcedores do Caxias, um buraco gigante estava isolado
Foto: Luís Felipe dos Santos/Terra
Segurança bloqueava os acessos dos torcedores a determinadas áreas
Foto: Luís Felipe dos Santos/Terra
Pouco antes do início, metade dos torcedores não havia entrado
Foto: Luís Felipe dos Santos/Terra
Muitos torcedores ainda estavam do lado de fora
Foto: Luís Felipe dos Santos/Terra
Estádio guarda tapumes em várias áreas
Foto: Marcelo Becker/Terra
Acabamento no forro ainda está incompleto
Foto: Marcelo Becker/Terra
Filas gigantescas circundaram o estádio antes do início do jogo
Foto: Marcelo Becker/Terra
Máquinas da obra ocupam parte do pátio do estádio
Foto: Marcelo Becker/Terra
O calçamento do entorno ainda não existe
Foto: Marcelo Becker/Terra
Poças de lama ficaram no caminho dos torcedores
Foto: Marcelo Becker/Terra
Sem calçamento, muitas áreas ficaram cobertas de lama
Foto: Marcelo Becker/Terra
Torcedores demoraram para entrar, mas não houve confusão
Foto: Marcelo Becker/Terra
Filas se estendiam até a saída do complexo
Foto: Marcelo Becker/Terra
Muitas áreas ainda têm acesso restrito
Foto: Marcelo Becker/Terra
Apesar da demora, entrada dos torcedores foi tranquila
Foto: Marcelo Becker/Terra
Profissionais de orientação foram solícitos
Foto: Marcelo Becker/Terra
Banheiros limpos e ecológicos foram uma novidade para muitos torcedores
Foto: Marcelo Becker/Terra
Uma pesquisa de opinião foi colocada à disposição dos torcedores, que baseará os próximos eventos-teste
Foto: Marcelo Becker/Terra
Ansiosos por retornar ao estádio, torcedores tiravam fotos
Foto: Luís Felipe dos Santos/Terra
Poças d'água circundam o estádio
Foto: Luís Felipe dos Santos/Terra
Conforto das cadeiras agradou aos torcedores
Foto: Luís Felipe dos Santos/Terra
Com preços altos, a demanda dos bares foi pequena e bem atendida.
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Os valores assustaram alguns torcedores
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Banheiros limpos chamaram atenção dos torcedores
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Muitos torcedores, especialmente na antiga área da popular, permaneceram de pé sobre as cadeiras e nos corredores
Foto: Luís Felipe dos Santos/Terra
Beto Epifânio, 58 anos, ambulante, conhece o Beira-Rio desde a inauguração, em 1969, com Renato Gomes, 22, estagiário: duas gerações reencontrando o Beira-Rio
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Marcelo Aguirre, 40 anos (á direita), com o filho Matheus, 4.
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Pequenos torcedores que fazem parte do programa Genoma Colorado
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Daniel Fontana, 33 anos, historiador e empresário, mostra preocupação com o "novo jeito de torcer", e espera que o Inter não se distancie do seu lema de "Clube do Povo"
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Da esquerda para a direita: Vera Cubas, artista plástica, 56 anos; Ceres Carvalho, 58 e Rodrigo Marques, 30.
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Da esquerda para a direita, os amigos Melissa Silva, Francys Abati e Bibiana Carvalho. Bibiana se emocionou com o estádio, mas achou que os preços dos bares estavam muito altos.