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Fluminense tenta Magno Alves, mas Ceará não quer liberar

22 abr 2015 13h18
| atualizado às 13h47
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A diretoria do Fluminense nunca escondeu que deseja contratar o atacante Magno Alves, que vem atuando pelo Ceará. O jogador, que já foi ídolo nas Laranjeiras, quase retornou no ano passado, porém, o contrato com o clube alvinegro cearense acabou impedindo. Agora, a situação pode se repetir, embora dessa vez os tricolores planejem se empenhar ainda mais na busca pelo veterano atleta.

O Fluminense já acertou as bases salariais com o jogador, que sempre desejou um retorno para encerrar a carreira no clube mais expressivo de sua carreira. O impasse, porém, pode mais uma vez ser o Ceará, que não parece disposto a perder o atleta. O clube nordestino planeja um elenco forte para poder retornar para a elite do futebol nacional.

Magno Alves é um dos maiores ídolos da história recente do Ceará
Magno Alves é um dos maiores ídolos da história recente do Ceará
Foto: Carlos Costa / Futura Press

"O Magno Alves faz parte dos nossos planos e queremos que ele fique no Ceará até o fim do ano pelo menos. Não é nosso objetivo negociá-lo com ninguém. Esperamos que o Fluminense respeite esta situação", disse Robinson Castro, vice-presidente de futebol do Ceará, em entrevista à Rádio Tupi do Rio de Janeiro.

O Ceará tem contrato com o jogador até o fim do ano, mas, embora o clube nordestino não admita, exista uma clausula que libera o atleta no caso de uma proposta da Série A. Porém, a negociação esbarra no fato de que Magno Alves não deseja sair de maneira unilateral do clube nordestino, do qual é ídolo. Sendo assim, sem o aval do Ceará o jogador não vai sair. Recentemente perguntado sobre o assunto em uma entrevista à ESPN o jogador disse que "deixou o assunto nas mãos de Deus".

Magno Alves é um artilheiro nato
Magno Alves é um artilheiro nato
Foto: Carlos Costa / Agência Lance

O Fluminense, por sua vez, tem evitado o contato com os dirigentes do Ceará para evitar polêmicas. O presidente Peter Siemsen deu aval para a negociação, mas pediu ética aos dirigentes tricolores, já que ele tem planos políticos de formar uma liga de clubes e não deseja criar inimizades com outras diretorias. Sendo assim, o caso vai se arrastando.

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