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Libertadores

Presidente do Atlético-MG é acusado de enriquecimento ilícito

17 jan 2013 - 11h46
(atualizado às 12h04)
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O Ministério Público (MP) de Minas Gerais pediu à Justiça do Estado a quebra do sigilo bancário e fiscal do presidente do Atlético-MG, Alexandre Kalil, e de outros três dirigentes do clube: Ricardo Guimarães (dono do banco BMG), Nélio Brant (ex-diretor dos bancos Rural e BMG) e Ziza Valadares (ex-deputado federal e atual diretor de comunicação da Light, empresa de energia do Rio de Janeiro). As informações são do jornal O Globo.

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Foto: Hélio Suenaga / Gazeta Press

O MP tomou a medida por uma série de empréstimos tomados a juros supostamente abusivos. Solicitado em janeiro do ano passado, o pedido se refere ao período de janeiro de 1998 a dezembro de 2006 e foi estendido ao ex-assessor especial da presidência, Hissa Elias Moyses, consultor de área esportiva do BMG, e a cinco empresas, incluindo a Erkal Engenharia Ltda., de propriedade de Kalil.

O Ministério Público alega que é necessário o acesso às informações bancárias e fiscais para que seja feita uma investigação de enriquecimento ilícito por meio de agiotagem em empréstimos feitos pelo Atlético-MG. Alexandre Kalil admitiu ter emprestado dinheiro para o clube, mas negou que as transações tiveram cobranças acima do mercado.

"Naquela época o Atlético estava em uma situação financeira muito difícil, não tinha crédito no mercado. Então, eu e outras pessoas da diretoria tomávamos o dinheiro no banco para emprestar para o clube. Estou tão tranquilo quanto a isso que não constitui nem advogado para me defender. Possuo documentos que comprovam que os empréstimos não lesaram os cofres do clube. Já foi tudo analisado pelo Conselho Fiscal e por auditorias. Gostaria que a Justiça tivesse autorizado as quebras. Foi tudo aprovado", minimizou Kalil.

De acordo com o MP, o empréstimo era tomado pelos dirigentes e, posteriormente, o recurso era repassado ao clube com juros acima de mercado. Somente em uma operação, o empresário Alexandre Kalil, pessoa física, emprestou R$ 1 milhão e recebeu R$ 1,07 milhão após seis dias, o que equivale a juros de 35% ao mês, proporcionalmente. Sua firma, a Erkal Engenharia, contraiu 12 empréstimos e repassou para o Atlético cobrando taxas consideradas abusivas, entre junho de 2000 e outubro de 2005.

O ex-presidente Ziza Valadares disse que a função do Ministério Público não é discutir contas de time de futebol, por não se tratar de dinheiro público. "Isso cabe ao Conselho Fiscal. E não houve reclamação de ninguém", afirmou. Ricardo Guimarães e Hissa Moysés não quiseram se manifestar sobre o assunto e Nélio Brant não foi encontrado.

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Fonte: Lancepress! Lancepress!
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