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Boca promete recorrer de decisão e desafia Conmebol

Time xeneize contratou advogados especializados em direito esportivo internacional para defesa legal

30 nov 2018
22h12
atualizado às 22h30
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A novela envolvendo a final da Copa Libertadores da América parece não ter fim. Após a violência praticada por torcedores do River no Monumental de Núñez e a decisão da Conmebol de fazer a decisão da competição em Madri, o Boca Juniors anunciou, nesta sexta-feira, que continuará a recorrer à Justiça para que o confronto não seja jogado.

De acordo com nota oficial emitida pelo clube xeneixe em seu site, os argentinos oficializaram a contratação do escritório Pintó Ruiz & Del Valle, um dos mais reconhecidos e especializados em direito esportivo internacional, para "continuar com a defesa legal da instituição".

Violência adiou o segundo jogo da final entre Boca Juniors e River Plate
Violência adiou o segundo jogo da final entre Boca Juniors e River Plate
Foto: Alberto Raggio / Reuters

O Boca Juniors terminou o comunicado afirmando que "ratifica sua decisão de esgotar todas suas vias e recursos pendentes para que se haja justiça".

A nota surge após as decisões tomadas pela Conmebol na última quinta-feira: o Tribunal de Disciplina da entidade negou o pedido do Boca de ser campeão sem entrar em campo. O clube solicitou à entidade que a taça fosse dada em função das pedras atiradas em direção ao ônibus, que atingiram alguns jogadores.

Além disso, ficou determinado que o River Plate terá de pagar uma multa de 400 mil dólares (aproximadamente R$ 1,5 milhão) e o clube argentino também terá de fazer dois jogos das próximas competições sul-americanas que disputar com os portões do Monumental de Nuñez fechados.

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