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Suíça extradita aos EUA acusado de escândalo da Fifa

16 jul 2015 - 06h56
(atualizado às 09h02)
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Um dos sete dirigentes da Fifa que estão presos na Suíça acusados de envolvimento no escândalo de corrupção na entidade máxima do futebol foi extraditado aos Estados Unidos, informou nesta quinta-feira o Escritório Federal de Justiça do país.

Em breve comunicado, as autoridades informam que o preso deixou a Suíça ontem, acompanhado por três policiais americanos que o escoltaram até Nova York. O nome do dirigente extraditado pelas autoridades do país não foi informado.

Fifa passa por momento mais turbulento da sua história
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Foto: Alessandro Della Bella / Getty Images

O Escritório Federal de Justiça indicou na semana passada que o preso tinha pedido para que seu nome não fosse divulgado. Estão detidos acusados de corrupção na Fifa o ex-presidente da CBF José Maria Marín, o uruguaio Eugenio Figueredo, vice-presidente da Conmebol, o costarriquenho Eduardo Li, presidente da federação de futebol de seu país, Julio Rocha, ex-presidente da Federação Nicaraguense de Futebol, Rafael Esquivel, presidente da Federação de Futebol da Venezuela, Custar Takkas, ex-secretário-geral da Federação de Futebol das Ilhas Cayman, e Jeffrey Webb, presidente da Concacaf e ex-vice-presidente da Fifa.

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De acordo com o Escritório Federal de Justiça da Suíça, a pessoa enviada aos EUA rejeitou o procedimento simplificado de extradição pouco antes de ser preso, mas em uma audição realizada na semana passada mudou de posição.

Dirigentes foram presos na Suíça pelo FBI
Dirigentes foram presos na Suíça pelo FBI
Foto: Philipp Schmidli / Getty Images

No último dia 1º, o governo americano formalizou o pedido de extradição contra os demais dirigentes. Se aprovado pelo Escritório Federal de Justiça, os presos terão duas instâncias superiores para recorrer na Suíça.

O procedimento completo, porém, poderia durar até 6 meses.

 

EFE   
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