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Futebol Internacional

Prestianni nega ofensa racista contra Vini Jr e alega insulto homofóbico à Uefa

Atacante argentino do time português apresentou a sua versão oficial no inquérito e revelou os xingamentos ditos ao camisa 7 do Real Madrid

20 fev 2026 - 23h09
(atualizado às 23h09)
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Momento da discussão entre Prestiannu e Vini Jr –
Momento da discussão entre Prestiannu e Vini Jr –
Foto: Reprodução / Jogada10

Gianluca Prestianni apresentou a sua defesa oficial na Uefa sobre o grave incidente ocorrido na Champions League. O atacante deu sua versão à entidade máxima do futebol europeu sobre o episódio no qual foi acusado de ter chamado Vinicius Jr de "macaco". Durante o depoimento formal, o argentino afirmou que xingou o brasileiro de "maricón", uma ofensa homofóbica, e negou expressamente o uso da palavra espanhola "mono".

Companheiros de equipe do brasileiro apresentaram relatos divergentes sobre a confusão no gramado. Aurélien Tchouaméni concedeu entrevista na zona mista do Estádio da Luz e confirmou a versão do adversário sobre o termo homofóbico. O volante francês detalhou o diálogo tenso entre os jogadores após a paralisação da partida.

"Isto não pode acontecer. O Vinícius nos disse que o rapaz lhe chamou de macaco, com a camisa por cima da boca. Depois, o rapaz (Prestianni) garantiu que não disse nada disso, que o chamou de 'viado'. Conversamos como equipe e o Vini disse que tínhamos que continuar jogando. Não sei o que dizer. Vamos conversar. Isso não pode acontecer"

Por outro lado, Kylian Mbappé contrariou o colega e garantiu que o adversário utilizou o termo racista cinco vezes contra o camisa sete.

Momento da discussão entre Prestiannu e Vini Jr –
Momento da discussão entre Prestiannu e Vini Jr –
Foto: Reprodução / Jogada10

Possíveis punições a Prestianni

Independentemente da ofensa exata proferida, o regramento disciplinar prevê penas severas para ambas as infrações. O uso de vocabulário homofóbico ou racista pode render dez jogos ou mais de suspensão ao atleta. Além disso, um painel de conselheiros da Fifa sugeriu recentemente que os jogadores que cobrem a boca durante discussões no campo também devem sofrer punições rigorosas.

Paralelamente ao inquérito contra o jogador, a diretoria do Benfica iniciou investigações nas arquibancadas. A instituição identificou os torcedores que fizeram gestos racistas direcionados ao brasileiro durante o confronto. A agremiação verificará se os indivíduos são sócios. Em caso positivo, o processo interno poderá resultar na expulsão definitiva do quadro societário.

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Jogada10
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