Por R$ 426 milhões, estádio do Chelsea pode mudar de nome
O novo diretor-executivo do Chelsea, Ron Gourlay, afirmou nesta sexta-feira que o clube está disposto a vender os direitos sobre o nome de seu estádio, o Stamford Bridge, e pretende arrecadar até 150 milhões de libras (cerca de R$ 425 mihlões) com isso.
Gourlay espera que o clube consiga arrecadar cerca de dez milhões de libras por ano, num acordo com duração de até 15 anos pelos direitos de uso do nome do estádio e garantiu que as palavras "stamford" e "bridge" continuarão no novo nome do estádio da zona oeste de Londres.
"Sabemos que é uma questão delicada para nossos torcedores e é por isso que vamos manter o nome Stamford Bridge em qualquer acordo que fecharmos", disse o dirigente do clube inglês ao jornal Daily Mail.
A capacidade máxima do Estádio Stamford Bridge é de 42 mil torcedores. Com isso, o clube não consegue rendas muito altas em seus jogos, como os rivais Arsenal e Manchester que podem abrigar 60 mil e 72 mil torcedores em seus estádios, respectivamente.
"Temos uma grande dificuldade, já que não podemos expandir nosso estádio e encontrar um novo local não é algo tão simples. Isso significa que precisamos ser criativos e procurar alternativas com nossos patrocinadores que a gente continue com um time competitivo", afirmou Gourlay.
O Chelsea vive dos bilhões de libras do russo Roman Abramovich, proprietário do clube. No entanto, Ron Gourley afirmou que o clube está fazendo todos os esforços para se tornar auto-suficiente.