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Alemanha

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Alemanha admite fracasso na Copa e inicia processo de reformulação na seleção

Federação reconhece desempenho abaixo do esperado no Mundial de 2026, cobra mudanças e abre debate sobre futuro de Nagelsmann no comando

30 jun 2026 - 20h22
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Federação alemã reconhece fracasso na campanha e estuda ajustes no comando e na estrutura –
Federação alemã reconhece fracasso na campanha e estuda ajustes no comando e na estrutura –
Foto: Alexander Hassenstein/Getty Images / Jogada10

A eliminação precoce da Alemanha na Copa do Mundo de 2026 deve provocar mudanças importantes no futebol do país. Menos de 24 horas após a derrota para o Paraguai, nas oitavas de final, a Federação Alemã de Futebol (DFB) reconheceu que o desempenho da seleção ficou abaixo do esperado e já fala em uma revisão profunda do trabalho. Em comunicado divulgado nesta terça-feira (30), o presidente da entidade, Bernd Neuendorf, afirmou que o resultado não pode ser tratado como algo normal no projeto da seleção.

"Após um resultado como esse, não podemos simplesmente seguir como se nada tivesse acontecido", disse após reunião com o técnico Julian Nagelsmann e dirigentes do departamento esportivo, como Andreas Rettig e Rudi Völler.

A DFB também admitiu que a equipe não atingiu os objetivos traçados para o torneio e prometeu uma análise detalhada para entender os motivos da eliminação. A campanha alemã tinha como meta mínima chegar ao menos às oitavas de final.

Federação alemã reconhece fracasso na campanha e estuda ajustes no comando e na estrutura –
Federação alemã reconhece fracasso na campanha e estuda ajustes no comando e na estrutura –
Foto: Alexander Hassenstein/Getty Images / Jogada10

Permanência de Nagelsmann na Alemanha não está garantida

Embora não tenha uma decisão oficial, a permanência de Nagelsmann está sendo questionada. De acordo com a imprensa internacional, o apoio ao treinador vem diminuindo internamente e a possibilidade de saída está cada vez mais perto.

O próprio técnico, no entanto, sinaliza que pretende seguir no cargo. Ele tem contrato até a Eurocopa de 2028 e salário anual de cerca de oito milhões de euros. Além disso, sua cláusula de rescisão só seria acionada em caso de eliminação ainda na fase de grupos, o que não aconteceu.

Enquanto avalia o futuro da seleção, a federação também começa a discutir possíveis mudanças na estrutura interna. Nomes como Andreas Rettig e Rudi Völler podem entrar em revisão dentro de um processo mais amplo de reformulação após o fracasso no Mundial.

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Jogada10
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