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Fifa define anfitrião da Copa do Mundo Feminina de 2023 no fim de junho

15 mai 2020
15h15 atualizado às 15h15
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15h15 atualizado às 15h15
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Devido aos efeitos da pandemia da Covid-19 e ao adiamento da sessão do Conselho da Fifa no início de junho, em Adis Abeba, na Etiópia, a entidade confirmou hoje às suas federações membros que o anfitrião da Copa Copa do Mundo Feminina de 2023 será selecionado após uma nova reunião que ocorrerá no dia 25 de junho, de forma virtual.

É o processo mais competitivo da história do torneio, com quatro candidatos em disputa para sediar a competição: Brasil, Colômbia, Japão e Austrália, em parceria conjunta com a Nova Zelândia.

Quatro países se candidataram para sediar a competição (Foto: Divulgação/Fifa)
Quatro países se candidataram para sediar a competição (Foto: Divulgação/Fifa)
Foto: Gazeta Esportiva

"A Fifa continua comprometida em lançar o processo de seleção mais abrangente, objetivo e transparente da história da Copa do Mundo Feminina. Faz parte do nosso projeto de futebol feminino que, entre outras coisas, incluirá o investimento de US$ 1 bilhão (R$ 5,84 bilhões) nessa disciplina no ciclo atual", afirmou a secretária geral da Fifa, Fatma Samoura.

Com todas as visitas de inspeção às federações candidatas concluídas, a federação está finalizando o relatório de avaliação que será publicado em seu site no início de junho.

As candidaturas elegíveis serão submetidas ao Conselho. O órgão ficará encarregado de selecionar o anfitrião do torneio por meio de um processo de votação aberto, no qual os resultados de cada rodada e os votos de cada membro do Conselho serão publicados no site.

O torneio da França em 2019 será lembrado por estabelecer novos padrões nas competições de futebol feminino, e a Copa do Mundo de 2023 deverá inaugurar um novo capítulo na história do campeonato, com a expansão para 32 equipes.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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