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Francescoli vê mudança de filosofia no Uruguai: 'Sai a garra, entra a técnica'

Seleção uruguaia vai disputar a Copa com meio de campo renovado

11 jun 2018 - 17h28
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O futebol uruguaio está em transição, passando da emblemática garra para dar ênfase à técnica. A avaliação é do ex-atacante Enzo Francescoli, capitão da seleção celeste na Copa de 1990 e atualmente diretor do River Plate, da Argentina. "Está mudando a filosofia de jogo do Uruguai", afirmou o ex-jogador nesta segunda-feira ao site argentino Infobae.

Para Enzo Francescoli, a presença de jogadores como Nahitan Nández (Boca Juniors), Rodrigo Bentancur (Juventus), Matías Vecino (Internazionale) e Giorgian De Arrascaeta (Cruzeiro) na lista final dos 23 convocados para o Mundial da Rússia mostra a preferência do técnico Óscar Tabárez por atletas mais versáteis.

"O 'maestro' está tentando dar muito mais conteúdo ao futebol. O Uruguai é uma equipe muito forte, tanto na defesa quanto no ataque, tem atacantes muito importante, mas acho que no meio ele não tinha posse de bola e ter mais esse domínio sempre gera mais oportunidades de fazer gols. Isso é bom e espero que na Copa do Mundo eles consigam", analisou Enzo Francescoli, tricampeão da Copa América.

Com experiência em dois Mundiais, em 1990 (na Itália) e 1986 (no México), o ídolo diz que os uruguaios aprendem desde pequenos essa "famosa garra uruguaia e também defender seriamente a camisa". Mas que ultimamente tem acrescentado "tempero especial para a sua equipe que na Copa do Mundo pode ser pode ser muito importante".

Essa alteração de DNA será colocada à prova na Copa da Rússia. Segundo Enzo Francescoli, para o bom desempenho do Uruguai no torneio será necessário municiar os atacantes Edinson Cavani (Paris Saint-German) e Luis Suárez (Barcelona). "Para lutar pelo título, vai depender de como melhorar o volume de jogo e quantas vezes colocarão os atacantes em condições de atingir os objetivos porque temos dois bons atacantes".

O Uruguai está no Grupo A. Estreia contra o Egito nesta sexta-feira, às 9 horas (de Brasília), em Ecaterimburgo. Depois pega a dona da casa Rússia, no dia 19, e fecha a primeira fase diante da Arábia Saudita, no dia 25.

Estadão
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