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Sánchez pede desculpas após sair irritado e Diniz minimiza ato: 'Bom para revista de fofoca'

Jogador atira a braçadeira no chão ao deixar o gramado na derrota de 1 a 0 do Santos para o Athletico-PR em partida de ida da Copa do Brasil e se arrepende

26 ago 2021 08h40
| atualizado às 11h52
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Jogador mais experiente entre os titulares do Santos, Carlos Sánchez protagonizou cena incomum nos minutos finais da derrota para o Athletico-PR por 1 a 0, pela ida das quartas de final da Copa do Brasil. O volante uruguaio demonstrou irritação ao ser substituído pelo técnico Fernando Diniz e arremessou a braçadeira de capitão no gramado.

A cena surpreendeu porque Sánchez não tem histórico de polêmicas ou irritação excessiva em campo. Após o uruguaio deixar o gramado, para a entrada do jovem atacante Ângelo, o lateral Felipe Jonatan pegou a braçadeira do chão e colocou no braço do goleiro João Paulo.

O episódio foi ironizado pelo técnico Fernando Diniz. "É um episódio bom para revista de fofoca, não para falar de futebol. É um direito dele ficar irritado, mas não aconteceu nada, ele correu o jogo todo. Considero um dos grandes jogando no futebol brasileiro", comentou o treinador do Santos, sem condenar a atitude do volante.

"Ele está com a gente há, praticamente, dois meses, ficou muito tempo parado. Da minha parte e da dele, existe uma relação positiva. Tomara que repercuta bem o que estou falando, para fazer um negócio legal, né. Os caras se dão bem, são próximos do Diniz, vamos ver se vendemos mais esse tipo de informação também", brincou o técnico.

Arrependido do ato de rebeldia, o próprio jogador se manifestou sobre o episódio nas redes sociais e pediu desculpas. "Hoje eu quero falar de arrependimento. Um cabeça quente e frustrado por resultados ruins não mede suas ações. Quero pedir desculpas a todos os torcedores santistas por aquele ato imaturo que realizei ao sair de campo. Sou um dos maiores desse time e devo dar o exemplo aos mais novos e honrar o lugar que foi designado para mim", declarou o uruguaio de 36 anos.

"Amo o Santos e, assim como me sinto respeitado por todos, devo ter esse mesmo respeito por este grande clube e sua rica história. Os resultados e o meu desempenho pessoal não me deixam feliz, continuarei trabalhando dia a dia com meus companheiros para que todos juntos possamos reverter essa fase ruim", afirmou. A derrota para o Athletico-PR obrigado o time da Vila fazer o mesmo resultado na volta para continuar na competição nacional.

Estadão
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