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Terra na Copa

Em SP, torcedor recorre a "kit azar" para secar Alemanha

8 jul 2014 - 17h10
(atualizado às 18h07)
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Um grupo de torcedores recorreu ao humor e à superstição para desejar sorte ao Brasil e todo o azar possível à Alemanha no jogo desta terça-feira, pelas semifinais da Copa do Mundo 2014. Eles foram de Interlagos, na zona sul de São Paulo, até a Vila Madalena, na zona oeste, com um cartaz do cantor Mick Jagger vestindo a camisa alemã.

<p>Vinícius de Mundo segura cartaz de Mick Jagger "torcendo" pela Alemanha</p>
Vinícius de Mundo segura cartaz de Mick Jagger "torcendo" pela Alemanha
Foto: Bruno Santos / Terra

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O vocalista dos Rolling Stones ganhou fama de pé frio ao ver as últimas seleções pelas quais torceu saírem derrotadas de suas respectivas partidas.

“Todo jogo do Brasil a gente traz o Mick Jagger com a camisa do adversário. Da última vez, contra a Colômbia (na sexta-feira passada), me pediram para posar para pelo menos 150 fotos. E isso que nem sou famoso”, riu o barbeiro Vinícius de Mundo, 38 anos, dono do cartaz.

Além do roqueiro de papelão, o barbeiro ainda leva consigo outro amuleto: um estetoscópio. “É para ouvir o coração das torcedoras que sofrem”, definiu.

Irmão e comparsa na empreitada, o também barbeiro Fabrício de Mundo, 36 anos, completou o kit azar para os alemães com uma vuvuzela. “Mas não é qualquer vuvuzela: eu toco ‘Satisfaction’ nela, virou um hino nos jogos”, divertiu-se, referindo-se à canção mais famosa dos Stones. “É a única que sei tocar nisso”, enfatizou o barbeiro.

Argentinos preferem secar Brasil

Próximo aos irmãos, um grupo de argentinos que assistirá amanhã à semifinal entre Argentina e Holanda, na Arena Corinthians, foi à Vila Madalena para desejar azar não exatamente à Alemanha.

<p>Torcedores na Vila Mariana foram vestidos com a bandeira do Brasil</p>
Torcedores na Vila Mariana foram vestidos com a bandeira do Brasil
Foto: Bruno Santos / Terra

“Seria linda uma final entre Argentina e Brasil, mas prefiro que a Alemanha vença hoje: 1 a 0 está bom”, murmurou o comerciante argentino Fernando Cosarinsky, 33 anos. “Vou falar baixo aqui”, justificou, em meio à torcida brasileira que enche a Vila.

Também estrangeiros, mas do Peru, o casal de engenheiros Gabriele Palomino, 33 anos, e Roger Cueca, de 40, afirmou não ter dúvidas sobre o vencedor hoje: “Sem dúvida que o Brasil vence, mas por um placar magro: 1 a 0”, arriscou Gabriele. “Dois a um para o Brasil”, chutou o companheiro.

Fonte: Terra
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