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Terra na Copa

Dirigente do COL lembra "caos" de 2010 e diz: podemos superar a Alemanha

22 out 2013 - 07h47
(atualizado às 07h48)
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<p>Ricardo Trade aposta no uso de estruturas temporárias e em medidas pontuais para evitar problemas em aeroportos</p>
Ricardo Trade aposta no uso de estruturas temporárias e em medidas pontuais para evitar problemas em aeroportos
Foto: Daniel Ramalho / Terra

O executivo-chefe do Comitê Organizador Local para a Copa do Mundo de 2014 (COL), Ricardo Trade, demonstrou otimismo mais uma vez para comentar a realização do torneio do próximo ano, no Brasil. Em entrevista ao Grupo RBS divulgada nesta terça-feira pelo jornal Zero Hora, Trade lembrou problemas na edição anterior do Mundial (em 2010, na África) do Sul, e afirmou que o País pode superar a Copa de 2006, na Alemanha. “Somos imbatíveis em celebração”, declarou.

Ao citar a Copa do Mundo de 2010, Trade lembrou sua passagem como espectador na África do Sul para comparar a situação da época com a do Brasil, em especial no quesito aeroportos. “Em Port Elizabeth, o aeroporto era um caos”, disse o dirigente, citando a possibilidade de instalação de voos diretos entre cidades para os dias de jogos, bem como a disponibilidade de banheiros químicos e assentos provisórios para atender à demanda de passageiros.

Diretor do COL: "Copa acelera desenvolvimento do País":

Ricardo Trade ainda citou as outras estruturas temporárias para as cidades-sede, que o Ministério Público sugeriu que não fossem adotadas. Segundo ele, ginásios como Maracanãzinho (Rio de Janeiro), Mineirinho (Belo Horizonte) e Gigantinho (Porto Alegre) devem ser adotadas como estruturas auxiliares durante o Mundial. Porém, vê como “inúteis” após a Copa de 2014 os detectores de metais que devem ser usados no torneio.

Diretor do COL elogia novo gramado do Beira-Rio:

Para o caso específico de Porto Alegre, Trade prevê a entrega do Estádio do Beira-Rio para a realização de um jogo-teste entre operários em janeiro. “O que não dá é para entregar em cima da hora, como no Maracanã, em Brasília e em Recife”, citou o executivo, que quer jogos regulares em todas as arenas do Mundial a partir de fevereiro.

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Fonte: Terra
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